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Colunistas Tribunal amigão?

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(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O presidente Lula da Silva deixou-se levar pelo bati-cum-bum consciente de que a composição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nada vai decidir contra sua futura candidatura à reeleição. A Acadêmicos de Niterói, que cantou ode ao petista na Sapucaí do Rio, ganhou R$ 1 milhão a fundo perdido da Embratur – a exemplo das outras escolas do grupo especial. Lula foi para a pista e dona Janja quase subiu num carro alegórico, mas a turma fez o L dos camarotes. A oposição vai para cima, com acusação de abuso de poder e campanha eleitoral antecipada. No entanto, no plenário do TSE, conforme fontes da Coluna que entendem do perfil dos ministros titulares, o placar hoje ficaria 5 a 2 ou 4 a 3 a favor do petista. Mas se o cenário apertar, Lula não precisa se preocupar, e os membros da Corte podem dar um jeitinho de chamar três ministros do STF substitutos para uma decisão como titulares. São Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cristiano Zanin – o 1º anda frequentando o Palácio para cafés e os dois últimos são ex-advogados de Lula e do PT. Alguma dúvida, leitor?

Supremo compadrio

Há coisas que acontecem no céu do Poder que, da planície, o povo não vê. Os supremos ministros Dias Toffoli e André Mendonça (novo relator do caso Master) são próximos, não necessariamente amigos, mas simpatizantes mútuos. Foram colegas na AGU, e apesar de Toffoli ter sido advogado do PT, é o ministro do STF mais próximo de Jair Bolsonaro – quem indicou Mendonça para a Corte com a ajuda de… Toffoli.

Frevo do araponga

Uma semana antes de esbarrar com a governadora Raquel Lira (PSD) no camarote do Galo da Madrugada, no Recife – onde bajularam Lula da Silva – o prefeito da capital, João Campos (PSB), esteve no Planalto (dia 10) e desancou sua potencial adversária da campanha ao Governo deste ano. A maior crise política-policial pernambucana gira hoje sob suspeita de arapongagem da Polícia Civil sobre um secretário faz-tudo de Campos.

Cadê a munição!?

As Polícias Federal, Rodoviária Federal e Penal Federal, entre outras das carreiras da União, uniram-se numa nota de forte cobrança ao ministro da Justiça, Wellington César. Mas com críticas sem citação ao antecessor Ricardo Lewandowski. É que o prometido Fundo de Combate à Criminalidade não saiu do MJ para o Congresso Nacional até agora. Enquanto facções já têm armas de grosso calibre e até para derrubar aeronaves.

Aeroacarajé

O baiano Wellington César, ministro da Justiça sucessor de Lewandowski, gosta de um jatinho da FAB. Desde que tomou posse dia 15 de janeiro, já voou seis vezes os trechos de Salvador para Brasília, e vice-versa. Alegou motivos de segurança e agenda oficial. Deve haver um encantamento do GPS do avião pela terra natal da excelência. Confira a lista e datas dos voos no site da Coluna – colunaesplanada.com.br

Abre o olho, Ibaneis

Segue a vida tensa do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), investigado pelo STJ e assunto das mais poderosas rodas de conversa de Brasília, por causa da confusão do estatal BRB com o privado Master. O mundo está de olho: O francês Le Monde, em matéria de Anne-Dominique Correa, citou “fraude gigantesca” 2 bilhões de euros no BRB. Já o El País da Espanha cravou “escândalo de US$ 2 bilhões” no banco público.

(Com Carol Purificação e Alexandre Braz – @colunaesplanada)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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