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Política Tribunal de Contas da União questiona Ministério da Defesa sobre checagem de urnas

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O TCU quer saber como e por que será feita essa seleção e espécie de recontagem.

Foto: Roberto Jayme/TSE
O TCU quer saber como e por que será feita essa seleção e espécie de recontagem. (Foto: Roberto Jayme/TSE)

Tribunal de Contas da União (TCU) enviou um ofício ao Ministério da Defesa indagando sobre a checagem de urnas que a pasta pretende realizar. No documento, o órgão de fiscalização chega a questionar o que os militares farão com os dados e quais são os critérios técnicos utilizados.

O Ministério da Defesa vai fazer a checagem por amostragem por meio do boletim de urnas em cerca de 400 das 500 mil urnas que serão utilizadas nas eleições deste ano. O TCU quer saber como e por que será feita essa seleção e espécie de recontagem. A pasta tem cinco dias para responder.

No texto, o TCU faz perguntas como “qual o critério amostral utilizado; qual a fundamentação para a escolha do critério amostral; qual o nível de confiança, a margem de erro e a variância amostral considerados”.

Há ainda questionamentos sobre o motivo da checagem e como os militares pretendem evitar conclusões precipitadas caso seus resultados sejam divergentes dos oficiais, que serão apresentados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Eloa Guterres
22 de setembro de 2022 11:01

Quando essas pragas vão parar de encher o saco????

Flavio Finardi
22 de setembro de 2022 12:46

Como assim?, “qual o motivo da checagem”, alguém precisa desenhar ao TCU o motivo.

Gilso Machado
22 de setembro de 2022 12:54

Para que servem os Tribunais de Contas, são entidades puramente políticas, os cargos de conselheiros são ocupados por políticos que o povo expurgou nas eleições, um bando de parasitas com altos salários e mordomias, ás custas do nosso dinheiro. Os roubos e desvios de verbas públicas se multiplicam pelo país e, os párias com suas bundas gordas coladas nas poltronas só esperando seu quinhão. Quando o povo vai acabar com tudo isso?

Paulo Jesus Corrêa
22 de setembro de 2022 14:38

Sem problemas, as urnas são invioláveis!

Adroaldo Mousquer
23 de setembro de 2022 11:54

Tem de explicar sim: porque o súbito interesse e de que forma se fará. Transparência não é isso? Quero ver a explicação.

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