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Saúde Uso emergencial da vacina de Oxford contra o coronavírus já pode ser pedido à Anvisa, diz coordenadora

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Com a aprovação no Reino Unido nesta quarta-feira, disse Lily Yin Weckx, a solicitação do uso emergencial já pode começar a ser feita

Foto: Reprodução
Para o autor do estudo, entrevistado pela AFP, esses números mostram certa hesitação por parte dos médicos em relação a essa vacina. (Foto: Reprodução)

A coordenadora dos estudos da vacina de Oxford no Brasil, Lily Yin Weckx, disse nesta quarta-feira (30) que o uso emergencial da vacina já pode ser solicitado à Anvisa com a aprovação no Reino Unido.

Weckx disse que, normalmente, é necessária a aprovação no país de origem de uma vacina antes que os pedidos de uso emergencial possam ser feitos nos países onde ela é testada. A vacina de Oxford é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) se reúne nesta quarta-feira (30) com a farmacêutica AstraZeneca. Ainda não está claro se o laboratório vai solicitar o uso emergencial da vacina no encontro.

Na terça-feira (29), o Ministério da Saúde disse que, para começar a vacinação contra a Covid-19 no país, é necessário que os fabricantes peçam o registro da vacina junto à Anvisa.

Aprovação no Reino Unido

O Reino Unido aprovou, nesta quarta-feira, que a população britânica receba a vacina de Oxford para a Covid-19. O país é o primeiro a conceder a aprovação, e a vacinação deve começar na segunda-feira (04) em grupos de risco, que serão prioritários.

Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer, que já começou a ser aplicada em grupos com prioridade no Reino Unido. O país também foi o primeiro a aprovar a vacina.

O governo também determinou uma mudança na forma de aplicação das vacinas: agora, a prioridade será aplicar a primeira dose de ambas as vacinas – tanto a de Oxford como a da Pfizer – no máximo de pessoas em grupos de risco.

Com isso, ao invés de dar as duas doses das vacinas com intervalo de 3 semanas, como era feito antes, todos receberão a segunda dose dentro de 12 semanas após a primeira, segundo comunicado oficial.

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