Sábado, 04 de Julho de 2020

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Porto Alegre Vereador de Porto Alegre é alvo de mandado em operação deflagrada no Rio Grande do Sul e em outros três Estados

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Conforme a investigação, uma empresa ligada a Janta (foto) teria recebido valores de propina pagos pela organização criminosa que é alvo da operação

Foto: Divulgação
Conforme a investigação, uma empresa ligada a Janta (foto) teria recebido valores de propina pagos pela organização criminosa que é alvo da operação. (Foto: Divulgação)

O vereador de Porto Alegre Claudio Janta, que também é presidente estadual do Solidariedade, foi alvo de buscas da PF (Polícia Federal) no âmbito da Operação Camilo, deflagrada nesta quarta-feira (27) no Rio Grande do Sul e em outros três Estados. O prefeito de Rio Pardo, Rafael Barros (PSDB), foi preso na ofensiva.

Conforme a investigação, uma empresa ligada a Janta teria recebido valores de propina pagos pela organização criminosa que é alvo da operação.

Cerca de 150 empresas de vários ramos são investigadas no esquema, sendo que a maioria seria de fachada, usadas para simular serviços que eram pagos, mas não executados. São firmas que atuam em serviços de portaria, segurança, limpeza, zeladoria e outras.

O trabalho é conjunto, envolvendo, além da PF, Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual e investiga contratações na área da saúde.

Foram cumpridas 129 medidas judiciais na investigação – entre prisões e ordens de busca e apreensão –, que apura crimes de fraude à licitação, peculato, corrupção passiva, organização criminosa, ocultação de bens, crime de responsabilidade e desobediência.

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