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Conheça Sophia, a robô mais inteligente do mundo

O segredo de Sophia parece estar em sua simpatia e na capacidade de interagir com os humanos. (Foto: Reprodução)

Sophia já foi capa de revista de moda, tem milhares de seguidores nas redes sociais. Apareceu em diversos programas de TV e até discursou na ONU (Organização das Nações Unidas). Mas ela não é atriz, celebridade ou intelectual. Nem sequer é humana.

No Brasil para participar de um evento que discute o futuro da tecnologia, a robô Sophia, humanoide com inteligência artificial criada por uma empresa de Hong Kong, recebeu o ‘Fantástico’ para uma entrevista..

A robô mais inteligente do mundo chama atenção pela capacidade de reproduzir até 62 expressões faciais. Contar piadas e debater sobre assuntos existenciais.

“O que mais impressiona na Sophia é a aparência humana. A pele, os olhos, as expressões faciais. Existem muitos outros robôs que usam inteligência artificial, mas nenhum tão artisticamente perfeito quanto a Sophia”, conta o repórter Álvaro Pereira Junior.

David Hanson, seu criador, tem como ambição criar os robôs mais inteligentes, gentis e empáticos do mundo. Na visão dele, máquinas mais amigáveis podem ser úteis tanto em processos terapêuticos quanto em serviços ao consumidor.

Hanson diz que há inteligência artificial dentro de Sophia. O que chama a atenção, no entanto, é menos a inteligência da máquina (que nem sempre tem respostas para suas perguntas) e mais a reação das pessoas diante dela. A testa que enruga e o olho que se movimenta comovem o interlocutor. Não é à toa que ela é chamada de “robô social”. No evento IT Forum Expo, a fila para tirar selfie com a estrela era enorme. Sophia costuma sorrir para fotos.

“Criatividade, empatia e compaixão” são os três pilares que Hanson prioriza na construção da inteligência artificial que guia o aprendizado e a evolução de outros robôs como Sophia

Hanson citou o exemplo dos robôs da americana Boston Dynamics, que frequentemente assusta o mundo todo ao apresentar seus modelos de estética rudimentar, porém semelhante a humanos e animais. Os vídeos divulgados exibem os robôs realizando atividades como abrir portas e pular obstáculos de maneira ágil e inteligente, quase sempre levando os espectadores a imaginar como se sairiam em uma possível “revolução das máquinas”. “Eles serão amigáveis conosco?”, questionou Hanson na apresentação, reforçando que sua preocupação é mesmo criar uma “superinteligência super-benevolente”, capaz de assegurar aos humanos uma convivência saudável e com confiança.

Ele afirmou que o próximo passo é dar um corpo completo à Sophia, que já vem testando modelos de braços e pernas capazes de se adaptar às suas necessidades e que possam ser bem encaixados em seu tronco, única parte do corpo permanente hoje, além da cabeça. “Estamos testando habilidades para melhorar a inteligência de Sophia e permitir que ela explore mais o mundo, conheça pessoas. Queremos que ela se lembre melhor das interações e compreenda mais os dados para aprender mais e também para poder respeitar o direito à privacidade das pessoas”, ressaltou.

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