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Educação foi a área mais afetada no segundo dia de paralisação dos servidores gaúchos

Cerca de 95% dos professores e funcionários aderiram à greve, segundo o Cpers/Sindicato. (Foto: Lucas Uebel/O Sul)

Pelo segundo dia, a educação continuou sendo, nessa quinta-feira, a área mais afetada pela paralisação dos servidores públicos do Rio Grande do Sul. Escolas estaduais não abriram as portas. Conforme o Cpers/Sindicato, cerca de 95% dos professores e funcionários de instituições de ensino aderiram à greve, iniciada na quarta-feira.

A Secretaria da Educação do RS orienta que os pais entrem em contato com os colégios dos filhos para saberem se haverá aulas ou não. A greve, deflagrada em protesto contra o parcelamento dos salários, prosseguirá até esta sexta-feira.

As delegacias de polícia estão com o atendimento restrito. Só casos graves são registrados. Conforme o presidente do Ugeirm (Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do RS), Isaac Ortiz, 100% da categoria aderiu à paralisação.

Ortiz informou que adesão maciça é uma resposta à administração do Estado, que vem parcelando ou atrasando o pagamento do salário do funcionalismo. O presidente do Ugeirm também declarou que foi impetrado no Tribunal de Justiça do RS, nessa quinta-feira, um mandado de segurança com efeito preventivo para impedir que o governo cumpra a ameaça do corte de ponto e, consequentemente, desconte dos salários dos policiais os dias de greve.

Brigada

A Brigada Militar garante que está trabalhando normalmente. Hospitais, postos de saúde, bancos e transporte público seguem operando dentro da normalidade.

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