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Eleição de 2020 já interfere na gestão dos governos

Prefeito de Porto Alegre, Marchezan Jr. (PSDB) identifica interesse eleitoral em algumas ações da saúde. (Foto: Divulgação)

O processo eleitoral de 2020 já começa a afetar a gestão dos governos federal, nos Estados e municípios. Alguns projetos relevantes no Congresso Nacional por exemplo, já deixam escapar nos debates, a influência das eleições para prefeitos no próximo ano. O governo já percebeu isso, e os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, por conta disso, apressam a tramitação dos projetos mais polêmicos e sensíveis, como é o caso da PEC da Reforma da Previdência e a Reforma Tributária.

Nos Estados

Nos Estados já é visível essa influência. No caso do Rio Grande do Sul, se for necessário votar a reforma da Previdência no âmbito dos servidores estaduais, é natural que esse debate seja contaminado pelo interesse eleitoral dos partidos no pleito de 2020.

O caso do IMESF em Porto Alegre

Ontem, o prefeito de Porto Alegre Nelson Marchezan Junior (PSDB), que já trava um contencioso forte com antigos aliados do PP, identificou este viés eleitoral no debate sobre a extinção do IMESF, o Instituto Municipal de Saúde da Família, que precisará ser extinto por decisão judicial.

No interior

Em colégios eleitorais importantes como Canoas, Pelotas, Santa Maria e Caxias do Sul por exemplo, os atuais prefeitos também já identificam dificuldades politicas na gestão, por conta dos projetos políticos de antigos ou atuais aliados para 2020.

PL chega ao Paço Municipal

De forma silenciosa, o PL, comandado no Rio Grande do Sul pelo deputado federal Giovani Cherini, vai conquistando espaços e alianças importantes. Depois de formalizar uma aliança com o governador tucano Eduardo Leite, agora o PL marca presença na prefeitura de Porto Alegre, onde deverá indicar nomes para a gestão. O PL não possui vereador na Câmara de Porto Alegre.

STF pode sepultar a Operação Lava-Jato

A maior operação de combate à corrupção do mundo inteiro, poderá ser sepultada nesta quarta-feira pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. O presidente do STF, Dias Toffoli, incluiu na pauta o julgamento de caso de Aldemir Bendine, poderoso ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, que está na fase das alegações finais; uma decisão favorável pode beneficiar condenados que cumprem pena em regime fechado, como Lula e Sérgio Cabral.