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Encontro amplia debate sobre oportunidades de negócios entre o RS e Israel

Embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley.(Fotos: Tiago Trindade).

O LIDE-RS e a a Federação Israelita promoveram na manhã desta quarta-feira, no Hotel Sheraton, um debate sobre “Ambiente de Inovação e as Oportunidades de Negócios entre o Estado do Rio Grande do Sul e Israel, ancorado nas participações do secretário Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luis Lamb, e do embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley.

Segundo o presidente do LIDE, Eduardo Fernandez, Israel está entre os países que mais desenvolvem tecnologias, com impacto em vários setores da economia, por isso esta aproximação com a comunidade empresarial gaúcha. Sebastian Watenberg, presidente da Federação Israelita, lembrou a importância de um acordo de cooperação entre Brasil/Israel “para que esta relação traga resultados também para o RS, que tanto precisa de investimentos”.

O encontro contou com a participação de autoridades e lideranças setoriais e na sequência, Luis Lamb abriu sua explanação pedindo a todos atenção sobre o que acontece na economia mundial, com as maiores empresas que dominam o cenário econômico pertencendo ao segmento de TI. “Hoje, ativos intelectuais são o grande valor da economia”. Inovação, como aponta o secretário, é a riqueza e Israel serve de exemplo”. Ele defende a necessidade de o Brasil buscar um modelo com base tecnológica e conhecimento, dando continuidade ao Inova RS. Ele considera relevante o alinhamento entre escolas, ambiente de negócios, sem barreiras culturais. Citou ainda o projeto que visa a desburocratização do Estado, que deverá gerar incentivo ao investidor com foco na inovação. “A própria concepção do Estado tem que evoluir para este modelo”. Lamb acrescentou que a Secretaria Estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia “conta com pessoas muito bem preparadas e que reconhecem o impacto disso em toda a cadeia produtiva”.

Yossi Shelley, embaixador de Israel, iniciou falando sobre como Israel desenvolveu sua liderança em negócios. Foram três fatores primordiais neste processo evolutivo. O primeiro deles gerado pela necessidade de segurança e de ter um exército forte, como “solução para ter sucesso no Oriente Médio, abraçando o desafio de se tornar uma potência militar”. O segundo fator, a economia livre, onde o Estado não interfere no empreendedorismo, culminando ainda com a segurança cibernética. “O Governo facilita negócios com muita competência. É um guarda-chuva de Governo mas quem manda é a iniciativa privada”. Israel, como apontou o embaixador, é modelo tecnológico em irrigação, recursos d água e no agronegócio, companhando tendência mundial. (Clarisse Ledur)

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