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“Queremos ver Porto Alegre respirando arte”, diz o novo presidente da Bienal do Mercosul, Gilberto Schwartsmann

Gilberto Schwartsmann fala ao microfone com a plateia e expõe suas ideias como presidente da próxim Bienal do Mercosul. Divulgação.

O presidente da próxima Bienal do Mercosul, que chega a sua 11ª edição,  será o médico e oncologista Gilberto Schwartsmann, entusiasmado com o novo desafio que tem pela frente. Ele diz que mesmo em um contexto de muita dificuldade econômica, não dá para para se encolher e o objetivo é “fazer o melhor”. Ele planeja juntar pessoas de diferentes áreas para manter a Bienal com suas características, adicionando ainda outras novidades ao evento. “Será preciso fazer algumas adaptações até porque a data será antecipada”, diz ele. A Bienal está agendada para acontecer entre abril e junho de 2017.

“A Bienal é um projeto com um conteúdo artístico muito bacana” e Gilberto  Schwartsmann comenta que pretende realizar outras atividades em paralelo à Bienal, passando pela área educacional com temáticas ainda na música, literatura, história e fotografia. “Queremos ver Porto Alegre respirando arte”, diz com satisfação e brinca ao mencionar que a Bienal não pode ser um disco voador, que chega e sai, pelo contrário, ele  objetiva que o evento ganhe continuidade, mesmo após a data de encerramento.

O presidente se diz um “especialista em arte”. Além disso, como professor, passou anos analisando currículos e viabilizando processos. É o que ele pretende fazer à frente da Bienal, cercado de profissionais competentes que possam contribuir para que “as coisas aconteçam”.  Como curador, ele indicou o crítico de arte e curador Alfons Hug. Ele nasceu em Hochdorf, na Alemanha, e estudou linguística, literatura comparada e cultura em Freiburg, Berlim, Dublin e Moscou.

Ele esteve em Porto Alegre conversando com Gilberto  Schwartsmann e expos seu projeto curatorial concebido para a Bienal do Mercosul, que denomina-se O Triângulo do Atlântico e fundamenta-se nas influências culturais dos três vértices históricos da América Latina – as matrizes europeia, americana e africana.

Os recursos passam pela LIC (Lei de Incentivo à Cultura). Mesmo diante deste desafio, ele permanecerá nas suas atividades, dirigindo as áreas de oncologia do Hospital de Clínicas e do Instituto Kaplan, entre outras participações em conselhos de inúmeras instituições. “Quanto mais atividades desenvolvo, mais consigo organizar meu tempo”.

 

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