Segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Organização criminosa que seria chefiada pelo prefeito do Rio arrecadou R$ 50 milhões em propina

Compartilhe esta notícia:

Crivella nega as acusações e diz ser vítima de "perseguição política"

Foto: Alexandre Macieira/Riotur
(Foto: Alexandre Macieira/Riotur)

O MP (Ministério Público) afirmou que o valor arrecadado em propina pela organização criminosa que seria chefiada pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), chega a R$ 50 milhões.

“A organização criminosa arrecadou dos empresários pelo menos R$ 50 milhões, foi o que conseguimos apurar. Agora, quanto foi para cada um, aí realmente é algo que não temos essa previsão”, disse o subprocurador-geral Ricardo Ribeiro Martins.

Integrantes do MP e da Polícia Civil fluminense concedem entrevista coletiva nesta terça-feira (22) sobre a operação que prendeu o prefeito da capital fluminense. Crivella nega as acusações e diz ser vítima de “perseguição política”.

O subprocurador-geral afirmou ainda que há indícios de que a “organização criminosa não se esgotaria” ao fim do mandato e, por isso, houve o pedido de prisão. “Apesar de toda a situação de penúria da prefeitura, que não tem dinheiro nem para o pagamento do décimo terceiro, muitos pagamentos eram feitos a empresas por conta da propina”, disse ele.

A investigação aponta a existência de um “QG da Propina” na prefeitura do Rio, e Crivella seria o líder da organização criminosa. No esquema, de acordo com as apurações do MP, empresários pagavam para ter acesso a contratos e para receber valores que eram devidos pela gestão municipal.

A desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, que expediu a ordem de prisão, determinou o afastamento de Crivella a nove dias do fim do mandato. Além de Crivella, também foram presos: Rafael Alves, empresário apontado como operador do esquema; Fernando Moraes, delegado aposentado; Mauro Macedo, ex-tesoureiro da campanha de Crivella; Adenor Gonçalves dos Santos, empresário; e Cristiano Stockler Campos, empresário.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

5 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Adri Kittler
22 de dezembro de 2020 22:45

OIA É A TERRA DO BOZO KKKK

Orion Goulart
22 de dezembro de 2020 18:34

O Rio é uma incógnita, elegeu o Paes, parceiro do Cabral e Lula.
Eles gostam de ladrões.

Adri Kittler
22 de dezembro de 2020 22:45

É MESMO E O FLAVIO????

Alcides Gilberto Da Rosa Adornes
22 de dezembro de 2020 20:13

A 4 anos atrás o Brasil consolidou o bolsonarismo. Entre seu aliados temos Queiroz, Witzel, Crivela, os terroristas Sara Winter e o blogueiro Eustáquio. Todos presos. Resultado. Hoje já temos mais bolsonaristas presos do que petistas. Mais ainda fica uma dúvida, quando vão prender o Flávio?

Adri Kittler
22 de dezembro de 2020 22:44

O RIO É TERRA DA FAMILIA BOLSONARO, NADA SURPREENDE MAIS

Condenada por matar os pais, Suzane von Richthofen deixa a cadeia para “saidinha” temporária de Natal e Ano-Novo
Simers lança campanha de Natal 2020
Pode te interessar
5
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x