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Política Defesa diz que leite condensado é para dar energia a militares; chiclete, para a higiene bucal

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Pasta justifica aquisição de altas quantidades dos produtos comprados pelo governo federal em 2020.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Escritório de Projetos Especiais da força estuda acordo para produzir equipamentos bélicos no Brasil. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Após repercussão negativa dos gastos do governo federal com alimentação, o Ministério da Defesa justificou que a aquisição de altas quantidades de leite condensado para as Forças Armadas se dá pelo “potencial energético” do item na alimentação de 370 mil homens e mulheres que realizam refeições em 1,6 mil instalações militares em todo o País.

Em nota divulgada na noite desta quarta-feira (27), a pasta chefiada pelo general Fernando Azevedo e Silva, afirmou que o contingente militar é “predominantemente jovem, o que pode aumentar as quantidades consumidas”.

“O leite condensado é um dos itens que compõem a alimentação por seu potencial energético. Eventualmente, pode ser usado em substituição ao leite. Ressalta-se que a conservação do produto é superior à do leite fresco, que demanda armazenamento e transporte protegido de altas temperaturas”, diz a nota.

Em 2020, o governo federal gastou cerca de R$ 15,6 milhões com leite condensado. Os dados estão no painel de compras do governo, ligado ao Ministério da Economia, e foram apresentados em reportagem publicada pelo portal Metrópoles.

O Ministério da Defesa é o órgão que mais comprou leite condensado no ano. A despesa despertou uma série de críticas nas redes sociais e cobrança de explicações por parte de integrantes da oposição.

A nota da Defesa também justificou o gasto de R$ 2,2 milhões com chicletes pelo governo federal. De acordo com a pasta, “o produto ajuda na higiene bucal das tropas, quando na impossibilidade de escovação apropriada, como também é utilizado para aliviar as variações de pressão durante a atividade aérea”.

O comunicado acrescenta que os valores são todos compatíveis com as missões e tarefas desempenhadas. Além disso, ressaltou que considera um gasto de R$ 9 reais por dia, por militar. O valor não é reajustado desde 2017. “As Forças Armadas têm a responsabilidade de promover a saúde da tropa por meio de uma alimentação nutricionalmente balanceada, em quantidade e qualidade adequadas, composta por diferentes itens”, frisa o texto.

Após a repercussão das compras, publicações nas redes sociais passaram a distorcer o levantamento do Metrópoles, atribuindo toda a compra dos itens alimentícios ao presidente Jair Bolsonaro. O R$ 1,8 bilhão gasto com alimentos diz respeito a todo o governo federal, incluindo atividades voltadas à educação e a programas sociais dos ministérios.

Nesta quarta-feira (27), Bolsonaro atacou a imprensa por revelar os gastos do seu governo. “Quando vejo a imprensa me atacar dizendo que comprei 2 milhões e meio de latas de leite condensado, vai pra p* que o pariu, imprensa de m*! É pra enfiar no r* de vocês da imprensa essas latas de leite condensado”, disse.

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Eberson Fernandes
28 de janeiro de 2021 03:50

Eu até entendo toda a discussão sobre o tema e os números apresentados, mas primeiro, senão fosse a democracia ninguém teria acesso a essas informações, segundo, sendo justificado o uso sem problema, terceiro,pelo volume pela justificativa ,acho k todos se perguntam, esse recurso gigantesco será k não deveria ter uma melhor gestão, qta coisa falta nas FA, para se tornar melhor, mais eficiente, mais rápida, será quê de 10% a 20% desses recursos a menos vai matar alguém de fome, será k foi procurada outras formas, tecnologia em alimentação, TERCEIRIZAÇÃO, não seria mais econômia,ou investimento em outras frentes com poucos… Leia mais »

Jean Carlo Mantelli
28 de janeiro de 2021 11:32

Adroaldo Mousquer as lagostas e o vinho é pra agradar a corte de magistrados do STF, o dito cujo bozo foi denunciado pelo Moro na tal interferência e seus filhos possuem 1 zilhão de denúncias arquivadas como laranjas, rachadinha gabinete do ódio etc…que podem atingilos brutalmente e até banilos da velha política brasileira

Adroaldo Mousquer
28 de janeiro de 2021 09:54

É esta a justificativa? Se um erra o outro pode fazer pior? Ah, então tá.

Fernando Garrido
28 de janeiro de 2021 09:43

…e as lagostas do STF? Kkkkk

Adroaldo Mousquer
28 de janeiro de 2021 09:53

Ué? Não é para “enfiar” naquele lugar? A educação, o respeito, a dignidade do nosso presidente e seus SEGUIDORES é algo a ser estudado. Pela psiquiatria.

Ari Maragato Linck
28 de janeiro de 2021 11:23

…país mais caro do planeta,ordem é matar o trabalhador de fome,tropa de vagabundos chupões..

Paulo Pedroso
28 de janeiro de 2021 14:39

Desde quando chiclets fazem higienização bucal ?
São inclusive contra indicados por dentistas.

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