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Rio Grande do Sul Mais 45 cidades gaúchas entram em situação de emergência devido à estiagem

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A falta de chuvas que atinge o Estado prejudica o abastecimento de água em alguns municípios e causa prejuízos para a agricultura.

Foto: Divulgação/Sema
Recursos são destinados a iniciativas como compra de cestas-básicas e aluguel de carros-pipa. (Foto: Arquivo/Sema)

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), reconheceu, nesta quarta-feira (2), a situação de emergência em mais 45 cidades gaúchas afetadas pela estiagem. A portaria com os reconhecimentos foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Com isso, o Rio Grande do Sul já tem 277 municípios com o reconhecimento federal por esse motivo.

As cidades que obtiveram o reconhecimento nesta quarta-feira são Água Santa, Alegrete, Boa Vista das Missões, Brochier, Cambará do Sul, Campinas do Sul, Cândido Godói, Carlos Barbosa, Charrua, Coronel Barros, Coxilha, Cruzaltense, Derrubadas, Engenho Velho, Esmeralda, Formigueiro, Getúlio Vargas, Gramado Xavier, Guabiju, Ipiranga do Sul, Itaqui, Marau, Mato Castelhano, Mato Leitão, Muitos Capões, Nova Roma do Sul, Novo Machado, Novo Xingu, Panambi, Paraí, Pinhal da Serra, Pirapó, Porto Vera Cruz, Protásio Alves, Rolador, Saldanha Marinho, Santa Bárbara do Sul, Santa Rosa, São Francisco de Assis, Silveira Martins, Tapejara, Três de Maio, Uruguaiana, Vacaria e Vista Alegre do Prata.

Outros Estados

No Paraná, duas cidades também tiveram a situação de emergência reconhecida por causa da falta de chuvas. São elas: Dois Vizinhos e Farol. Já em Santa Catarina, o município de Irati obteve o reconhecimento federal em razão da estiagem.

Como solicitar recursos ao MDR

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres podem solicitar recursos do MDR para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

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Joel Robinson
5 de fevereiro de 2022 16:59

Vergonha estado não tem o sistema de previsão de safra.
Na época das vacas gordas era só festa e festa. Sistema de irrigação arcaico. Não investem em tecnologia. Só no carro do ano. E os bolsopatas? Quando deu safra foi devido ao mito e agora? Sumiram do mapa. Cadê os deputados e o senador do agro?
Vejam no site do Inpe oque é Previsão de safra.

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