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Política Justiça Eleitoral exonera servidor que trabalhava na distribuição da propaganda eleitoral para emissoras

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Em nota, o TSE afirmou que a exoneração "faz parte das alterações que o presidente da Corte tem promovido em sua equipe após assumir o cargo".

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em nota, o TSE afirmou que a exoneração "faz parte das alterações que o presidente da Corte tem promovido em sua equipe após assumir o cargo". (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Nesta corrida eleitoral do segundo turno presidencial, a campanha de Jair Bolsonaro (PL) fez denúncias de que algumas rádios do Nordeste estariam priorizando inserções do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em detrimento às do atual presidente.

Na noite de terça-feira (25), a equipe de Bolsonaro encaminhou ao TSE nova manifestação com mais informações sobre a denúncia de que estaria sendo prejudicado nas inserções. De acordo com o relatório entregue à Justiça Eleitoral, foram pelo menos 700 inserções a menos no segundo turno.

Após isso vir à tona, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pela exoneração do servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência.

O setor é responsável pela coordenação do pool de emissoras que transmitem a propaganda eleitoral em rádio e TV.

Em nota, o TSE afirmou que a exoneração “faz parte das alterações que o presidente da corte, Alexandre de Moraes, tem promovido em sua equipe após assumir o cargo”.

Polícia Federal

Após ser exonerado do cargo de assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência do TSE, Alexandre Gomes Machado procurou a Polícia Federal (PF) para prestar depoimento.

No depoimento, Machado afirma ter sido demitido trinta minutos depois de ter enviado um e-mail para a chefe de gabinete do secretário-geral da Presidência do TSE.

Segundo o servidor, não foi informado o motivo da exoneração e que decidiu comparecer à PF por ter se sentido vítima de abuso de autoridade e por temer por sua integridade física.

“Até a data de hoje estava ocupando a função de assessor do gabinete da Secretaria Judiciária do TSE; que na data de hoje, sem que houvesse nenhum motivo aparente, foi exonerado do cargo e conduzido por seguranças para o exterior do tribunal, tendo ainda que entregar seu crachá de servidor. Que acredita que a razão da sua exoneração seja pelo fato de que desde o ano de 2018 tenha informado reiteradamente ao TSE de que existem falhas de fiscalização e acompanhamento na veiculação de inserções da propaganda eleitoral gratuita. Que a fiscalização seria necessária para o fim de saber e as propagandas de fato estariam sendo veiculadas”, diz Machado no depoimento.

Ainda à PF, Machado disse ainda, “especificamente na data de hoje, na condição de coordenador do pool de emissoras do TSE, recebeu um e-mail emitido pela emissora de rádio JM On Line na qual a rádio admitiu que, dos dias 7 a 10 de outubro, havia deixado de repassar em sua programação 100 inserções da Coligação Pelo Bem do Brasil, referente ao candidato Jair Bolsonaro”.

Em seu depoimento, Machado afirma ter comunicado o “fato para Ludmila Boldo Maluf, chefe de gabinete do secretário-geral da Presidência do TSE, por meio de e-mail; que cerca de trinta minutos após esta comunicação foi informado, pelo seu chefe imediato, de que estava sendo exonerado”, diz Machado.

Alexandre Machado ocupava o cargo do qual foi exonerado no TSE desde abril deste ano. Anteriormente, ele já havia trabalhado no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e no Tribunal Superior do Trabalho (TST).

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15 Comentários
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Tecladista Flc
28 de outubro de 2022 01:18

Inferno é ver você OFÉLIA, dizer tanta besteira, se não gosta porque vê ??? Será que estas apaixonada pelo Lula ??? Más ele não gosta de véia, só da Janja KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Léo Hard P
26 de outubro de 2022 17:36

entao pq vc faz tanta questao de acompanhar?

Eloa Guterres
26 de outubro de 2022 15:44

Graças a Deus faltam dois dias para acabar esse inferno. Ninguém merece isso!!

Ildefonso Pavan
26 de outubro de 2022 17:03

Mas o Ipec não errou ! o instituto do Lula nunca erra pra eles .

João Ibérico
26 de outubro de 2022 16:10

Xandão, tua batata tá assando! IPEC, um dos institutos de pesquisas que mais errou contra o Bolsonaro no 1º turno dando empate técnico nesta semana, então, o resto não preciso nem explicar, se não os jumentos vão entender, e chorar acocadinhos em posição fetal.

Ildefonso Pavan
26 de outubro de 2022 17:02

Morais confessou o crime , assim fica fácil exonerar um servidor? E o prejuízo quem vai pagar? Isso não pode ficar apenas ” haa cometeu um crime foi demitido! E agora alguém superior irá tomar providências cabíveis !

Paulo Jesus Corrêa
26 de outubro de 2022 17:10

E agora, Xandão! Quantos dias ou horas, para dar explicações em regime de urgência e condenar os culpados?

Valmir Endruweit
26 de outubro de 2022 17:45

Pegaram um funcionário para colocarca culpa, tem peixe grande nisso tudo e gente do TSE com apoio do STF. VAI DAR MERD… A poiadoresde Bolsonaro não aceitarão as urnas em caso de Lula voltar a cena do crime, e com razão, porque estão fazendo de tudo pra o bandido voltar, Gente de fora, banqueiros, artistas da Rouanet, Jornalistas Ministros do STF , TCE e da OAB , alguns querem mais grana , outros cargos do STF e governo.

Valmir Endruweit
26 de outubro de 2022 17:46

Briga entre bandidos e que se ferra é o povo e funcionários públicos usados como couro para baterem.

Ck Ps
27 de outubro de 2022 13:51

kkkkk viu o q dá ficar assistindo jovem pan e ficar no Whatsapp dia inteiro, a pessoa perde a nocao da realidade

Artur Borba
26 de outubro de 2022 21:33

Tem que assistir a jovem pan agora pra vcs verem a merda que tá acontecendo. Não vai ter eleição.

Luiz Carlos Rozzo Bidio Rossa
26 de outubro de 2022 22:29

Isso Ai Ten Un Nome?
Tumultua As Eleições?
Tanben e Un Pouco de Dessespero ?

Paulo Jesus Corrêa
26 de outubro de 2022 23:51

Acredito que deva ser o CNJ!

Fernando Krause
26 de outubro de 2022 23:43

Quem fiscaliza os Tribunais?

Bruno Xandi
27 de outubro de 2022 18:23

A noticia não estpá na íntgra, o servidor foi demitido por assédio eleitorale a fiscalização da distribuicao da propaganda não é atribuição do TSE.

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