Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de novembro de 2015
A Argentina vai às urnas nesse domingo para definir, em segundo turno, o sucessor da presidenta Cristina Kirchner. Os dois candidatos, o oficialista Daniel Scioli e o conservador Mauricio Macri, têm origens familiares semelhantes, são da mesma geração e alegam ser bons amigos, mas defendem modelos de país diferentes em temas fundamentais para a sociedade argentina.
Primeiro Turno
No primeiro turno, Scioli conseguiu mais votos, com 37% do total, do que Macri, prefeito em fim de mandato de Buenos Aires, com 34,1%. No entanto, o opositor abriu vantagem na campanha do segundo turno e passou a liderar as pesquisas de intenção de voto.
Os candidatos
Scioli se apresentou como a continuidade a 12 anos de gestão kirchnerista, entretanto, com um estilo diferente da confrontação permanente adotado pela presidenta Cristina Kirchner. O candidato declarou veementemente que corrigirá o rumo do atual governo, mas sem cair nas políticas liberais, que representaria para o país uma volta ao passado.
Macri se apresentou como a verdadeira mudança, mas baseou sua campanha eleitoral em discutir questões formais. Prometeu dialogar e propôs união. Porém, o candidato evitou definições políticas. As promessas de campanha diferem de suas posturas prévias e dos projetos revelados por seus colaboradores. (AG)
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