Quinta-feira, 09 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 15 de maio de 2023
Moeda norte-americana fecha abaixo do montante pela primeira vez em quase um ano
Foto: Marcello Casal Jr/Agência BrasilO dólar fechou a sessão desta segunda-feira (15) em queda de 0,73%, cotada a R$ 4,8876. Este é o menor patamar desde junho do ano passado. Na última sexta-feira, o dólar teve queda de 0,25%, aos R$ 4,9234, fechando a semana com baixa de 0,40%. Com o resultado de hoje, a moeda passou a acumular quedas de 2% no mês e 7,40% no ano.
Já o Ibovespa encerrou em alta de 0,53%, a 109.043 pontos, enfileirando sua oitava elevação seguida, com uma disparada de 7,10 % no período. Isso não ocorria desde março de 2022, quando em oito pregões o Ibovespa teve uma valorização de 9,29%.
Na sessão, destaque para os dados da China. A produção de aço bruto subiu nas primeiras semanas do mês de maio. As maiores cidades do país oriental relataram aumento nas compras de imóveis residenciais na última semana, contribuindo assim para o otimismo do mercado. Desta maneira o minério de ferro saltou acima de US$ 105 a tonelada diante do aumento da produção de aço e das compras de imóveis na China, levando consigo os papéis de Vale.
Entre os papéis, Azul (AZUL4) e Raízen (RAIZ4) caíram no pregão após terem divulgado resultados ruins e abaixo da expectativa do mercado nesta segunda-feira. O resultado financeiro líquido da Azul foi negativo em R$ 784,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, enquanto a Raízen fechou o trimestre com R$ 1,36 bilhão no negativo. Outro papel de destaque entre as quedas, a Braskem (BRKM5) derreteu depois de notícia de que a Petrobras (PETR4) avalia compra de controle da BRKM5.
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Cadê as viúvas do bozo pra falarem mal?
O dólar está baixo porque o pseudo governo está despejando a moeda no mercado. E aliás, o dólar baixo favorece países vizinhos, como o Uruguai, para onde os brasileiros se dirigem principalmente às cidades de fronteira com free shoppings para comprar bens de consumo e até futilidades, ressaltando-se que os castelhanos preferem o pagamento em dinheiro vivo.