Domingo, 14 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 13 de dezembro de 2015
O ex-ministro Ciro Gomes veio ao Rio Grande do Sul para acompanhar a convenção estadual do PDT, no sábado, em Porto Alegre. Ele estava acompanhado do ministro das Comunicações, André Figueiredo, e do presidente nacional do partido, Carlos Lupi. Ciro voltou a afirmar que “não há base legal para o impeachment” da presidenta Dilma Rousseff, já que as pedaladas fiscais não podem ser consideradas um crime de responsabilidade.
O pedetista destacou ainda que “nem o mais agressivo dos nossos adversários acusa a presidenta Dilma de cometer crime de responsabilidade”. Além de defender a chefe do Executivo, Ciro atacou dois dos principais representantes do PMDB, além de classificar o grupo dos peemedebistas na Câmara dos Deputados como “máfia”.
“Veja a que ponto chegamos no Brasil. O [presidente da Câmara dos Deputados] Eduardo Cunha [RJ] e o [vice-presidente da República] Michel Temer, duas figuras notórias da vida brasileira, escalando, por motivo moral, um golpe contra uma pessoa decente. Estamos no último estágio do fundo do poço”, destacou o ex-ministro.
Em conversa com jornalistas antes do evento, Ciro voltou a criticar Temer e afirmou que teve uma “vontade imensa de rir” ao ler a carta em que o peemedebista reclama à Dilma da falta de apoio a ele e ao PMDB.
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