Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 15 de março de 2024
O ex-presidente Jair Bolsonaro convidou o ex-governador do Paraná Beto Richa (foto) para se filiar ao PL e concorrer à prefeitura de Curitiba.
Foto: ReproduçãoA reunião em que o ex-presidente Jair Bolsonaro convidou o ex-governador do Paraná Beto Richa para se filiar ao PL e concorrer à prefeitura de Curitiba (PR) é mais um episódio de aproximação entre políticos que passaram pelo PSDB e o bolsonarismo. Pelo menos 17 tucanos fizeram esse movimento desde 2018, ano da eleição de Bolsonaro.
O primeiro foi um dos fundadores da sigla, Xico Graziano, ex-chefe de gabinete do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e ex-secretário do Meio Ambiente do ex-governador de São Paulo José Serra. Ele pediu a desfiliação em 2018 para apoiar o então candidato à Presidência.
“Conheci o Bolsonaro na Câmara quando fomos deputados. Ele é um cara honesto e coerente. Não concordo com várias das ideias dele, mas é inegável que é o único que está representando a derrubada desse sistema podre. Prefiro pagar o preço por me manifestar a ficar calado”, disse Graziano na época.
Quatro anos depois, um outro fundador deixou o PSDB após 35 anos. O ex-senador e ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio se desfiliou logo após as eleições ao Senado, na qual terminou em terceiro lugar.
Após ser derrotado, anunciou apoio a Bolsonaro no segundo turno e, de lá para cá, tem se alinhado cada vez mais ao ex-presidente. Em fevereiro, esteve no ato na Avenida Paulista contra as investigações da Polícia Federal que miram o ex-titular do Palácio do Planalto por suposta tentativa de golpe de Estado.
Movimento semelhante foi feito pelo então governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, que apoiou Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2022, quando já havia sido derrotado em sua tentativa de reeleição. O posicionamento gerou crises internas. Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia pediu demissão da Secretaria de Ações Estratégicas, enquanto o ex-deputado Alexandre Frota se desfiliou do partido.
Um pouco antes de Virgílio e Garcia, o ex-deputado federal Raimundo Gomes de Matos aderiu ao bolsonarismo nas eleições para o governo do Ceará. Ele foi vice na chapa de Capitão Wagner (União). Eles foram derrotados no primeiro turno.
No ano passado, cinco prefeitos de municípios Estado de São Paulo deixaram o PSDB rumo ao PL: Zé Parella (Ibaté), Luiz Fernando Machado (Jundiaí), Pedrinho Eliseu (Araras), Padre Osvaldo (Catanduva) e Mangini (Cabreúva).
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Os sorrisos e risadas das hienas não convencem ninguém. Até quando a alma penada vai brincar de ser o que não é. Pode entrar no ostracismo.
os caras ainda leem UOL, Carta Capital, O Cafézinho, Poder 360 e outros lixos da esquerda corrupta adoradora do Luladrão, que tinha apto de cobertura no Guarujá mas não era dele
UOL,kkk,grande fonte.
A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é mais do que necessária para que possa haver a garantia da ordem pública, afirma o jurista e colunista do UOL Wálter Maierovitch durante o UOL News desta sexta-feira (15).
Vivem com porcos, vão acabar no chiqueiro como os outros!
Porque esses políticos estão saindo do PSDBosta ? Porque é um partido bi-polar, ora é direita, ora é centro, mas nunca foi esquerda, só tem Social no nome, de resto é burguês, a começar pelo presidente FHC, filho de general, com fazenda de gado e apto em Paris….mais burguês, impossível
PSDB sabe aumentar imposto e só. Buscar investimentos e diminuir despesas nem pensar.
Vide aq, so papo, promessa é muito imposto.
Ahh mas e melhor que o pt, pelo menos privatiza vários cabides deficitários.