Terça-feira, 30 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 23 de maio de 2024
"O estrago em Gramado foi muito grande", ressaltou o prefeito Nestor Tissot
Foto: Ascom/PMGCerca de 300 hotéis e 250 restaurantes permanecem fechados em Gramado (Serra Gaúcha), um dos principais destinos turísticos do País. De acordo com a prefeitura, mais de 130 pontos da cidade são monitorados diariamente devido a risco de deslizamento associado às chuvas em excesso. Também há mais de mil desabrigados, a maioria com perda total de suas residências.
Destino turístico mais importante do Rio Grande do Sul, Gramado vive um colapso com os efeitos das fortes chuvas que causaram diversos estragos no município, especialmente por causa dos deslizamentos de terra.
“O estrago em Gramado foi muito grande. O solo ainda se movimenta. Estamos tendo ainda deslizamentos. Temos quase 140 pontos, monitorados diariamente, ou mais de uma vez por dia, porque [o solo] ainda se movimenta”, afirmou o prefeito Nestor Tissot.
Dona da maior infraestrutura hoteleira do Estado, Gramado viu sua principal fonte de renda paralisar. “Estamos com 300 hotéis fechados, 250 restaurantes fechados, a economia toda fechada”, destacou o prefeito.
Famosa por seu clima europeu, arquitetura típica alemã e reconhecida nacionalmente pela produção de chocolates, Gramado lida agora com problemas humanitários. De acordo com o prefeito, há mais 1 mil pessoas desabrigadas no município.
“A grande maioria não poderá mais voltar [para casa], são vários bairros destruídos, ruas destruídas. Muitas casas não poderão mais ser reconstruídas nesses locais. Precisamos de áreas desapropriadas para reconstruir, temos toda a reconstrução”, acrescentou Tissot.
Apesar disso, serviços de educação e saúde funcionam normalmente na cidade, garantiu o chefe do Executivo municipal, que integrou um grupo de prefeitos que se reuniu com o governador Eduardo Leite na quarta-feira (22).
Durante a reunião, o prefeito de Gramado também demonstrou preocupação com o fechamento do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, que permanece inundado. Ele ainda solicitou ajuda do governo para a aquisição de materiais de contenção de encostas de morros.
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Mais uma prova de que este “serviço” publico é um fracasso…
Novo Aeroporto de Caxias….não sai do papel a decadas…Resolveria todo este problema…
São uns sem serventia…
Mesmo que tivesse aereoporto em Caxias, estaria cheio d’água como o de Poa.
Tudo isto prova a falência total do estado. Os bilhões em impostos servem para obras triviais. Fecham um buraco aqui, abrem uma rua ali… Não temos obras estruturais no município, no estado e muito menos no país. As últimas grandes intervenções foram no saudoso, e mal falado, período militar. Usinas, estradas, telecomunicações, portos e aeroportos… A BR 116, Canoas, São Leopoldo e Nova Santa Rita estão debaixo d’água. A saída de Poa tá um terror… O pior disso tudo e q temos um prefeito meio perdido, um governador ridículo e um ignorante de presidente. Fica muito difícil assim. A grana… Leia mais »