Terça-feira, 30 de junho de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Banco Central diz que não hesitará em elevar os juros se julgar apropriado

Compartilhe esta notícia:

Na semana passada, o Copom decidiu manter, por unanimidade, a Selic em 10,5% ao ano

Foto: Divulgação
O BC informou que seguirá "vigilante" e não hesitará em retomar o ciclo de alta dos juros se julgar apropriado. (Foto: Divulgação)

O BC (Banco Central) afirmou que não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta, se julgar apropriado.

Na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada nesta terça-feira (6), a autoridade monetária enfatizou que o desenrolar do cenário econômico será importante para definir os próximos passos na condução da Selic, não sendo possível se comprometer com indicações futuras para a política monetária.

“O Comitê avaliará a melhor estratégia: de um lado, se a estratégia de manutenção da taxa de juros por um tempo suficientemente longo levará a inflação à meta no horizonte relevante; de outro lado, o Comitê, unanimemente, reforçou que não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta se julgar apropriado”, disse o BC.

Na ata, o BC também informou que, na avaliação de riscos que podem pressionar os preços, todos os membros do Copom concordaram que há mais riscos para cima na inflação, “inclusive com vários membros enfatizando a assimetria do balanço”.

Na semana passada, o Copom decidiu manter, por unanimidade, a Selic em 10,5% ao ano. “O Comitê, unanimemente, avalia que o momento corrente é de ainda maior cautela e de acompanhamento diligente dos condicionantes da inflação, sem se comprometer com estratégias futuras”, afirmou o BC na ata.

A instituição financeira disse ainda que movimentos recentes de alguns dos condicionantes para a dinâmica da inflação, tais como as expectativas de inflação e a taxa de câmbio, foram amplamente debatidos.

“Observou-se que, se tais movimentos se mostrarem persistentes, os impactos inflacionários decorrentes podem ser relevantes e serão devidamente incorporados pelo Comitê”, afirmou.

De acordo com o documento, o Copom não se furtará ao seu compromisso com o atingimento da meta de inflação e entende o “papel fundamental” das expectativas na dinâmica da inflação.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

3 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Fernando Krause
6 de agosto de 2024 12:43

Já, já, vão aparecer os adoradores do encantador para relinchar de raiva…
Não tem intelecto para entender que a palavra UNANIMIDADE na decisão do Copom tem relação direta com os 4 diretores indicados “a dedo” pelo lulopetismo desde 2023…

Andre Palo
6 de agosto de 2024 15:29

POR ISSO os lulistas, ODEIAM OS HONESTOS…….

“Você já viu uma favela no Rio de Janeiro ou uma seca no Nordeste? Acha que eu vou gastar dinheiro com estádio de futebol?”

Leia mais: https://oglobo.globo.com/…/figueiredo-estava-certo…
stest

Marcelo Neuri Haag
6 de agosto de 2024 16:47

Por essas & outras que tem cargos que devem ser TÉCNICOS, não POLÌTICOS… parabéns ao BC e ao Copom!

Paris 2024: Bernardinho pode deixar a seleção masculina de vôlei após eliminação da Olimpíada
Paris 2024: Brasil vence a República Dominicana por 3 sets a 0 e se classifica para as semifinais do vôlei feminino
Pode te interessar
3
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x