Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 17 de janeiro de 2025
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ameaçou voltar atrás na trégua.
Foto: ReproduçãoO governo de Israel aprovou oficialmente o acordo de cessar-fogo assinado com o Hamas após uma reunião do Conselho de Ministros do país, nesta sexta-feira (17). Conforme o site Axios, 24 ministros votaram a favor, enquanto oito foram contrários.
A decisão veio horas depois de o gabinete de segurança israelense recomendar a aprovação, e de Israel e Hamas afirmarem que tinham acertado os últimos pontos depois que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ameaçou voltar atrás na trégua.
A aprovação foi um desafio para Netanyahu dentro de seu próprio governo. Membros linha-dura pressionaram o premiê contra o cessar-fogo.
Mais cedo, nesta sexta, o primeiro-ministro revelou que a primeira leva de reféns sob poder do grupo terrorista será libertada no domingo (19). A primeira fase do acordo prevê a libertação total de 33 reféns, de forma gradual. Pelo menos três devem sair já no domingo.
Cerca de cem pessoas que foram sequestradas pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 ainda estão sob poder do grupo, e a devolução deles é um dos pontos do acordo, que prevê também que Israel liberte centenas de palestinos presos em Israel e interrompa os bombardeios na Faixa de Gaza.
A previsão de liberação dos reféns foi feita após o Gabinete de Segurança de Israel, órgão formado após o início da guerra na Faixa de Gaza, aprovar também o texto nesta sexta — esse passo era necessário para que os termos do acordo fossem aplicados por Israel.
O útlimo passo, agora, da parte israelense, é a aprovação do acordo também no Conselho de Ministros — há alas mais e menos radicais entre os ministros de Netanyahu, mas a previsão é que o conselho também aprove.
O gabinete de Netanyahu não detalhou quantos reféns serão libertados no domingo e também não deu nomes — um dos reféns é um bebê que foi sequestrado quanto tinha apenas dez meses. O Hamas afirma que ele morreu em bombardeio, mas a informação nunca foi confirmada por Israel. Também nesta sexta, o Hamas disse que os pontos de discórdia do acordo foram totalmente resolvidos.
Na quinta-feira (16), depois de a ameaça de um novo impasse, Israel aceitou os termos do acordo de cessar-fogo com o Hamas, também segundo o gabinete do premiê.
Depois de 467 dias de guerra na Faixa de Gaza e quase 48 mil mortos, Israel e o grupo terrorista Hamas chegaram a um acordo para um cessar-fogo no conflito na quarta-feira (15). O mais vocal opositor do acordo, do lado israelense, é um ministro de Netanyahu, Itamar Ben-Gvir. À frente da pasta de Segurança Nacional, ele é membro do partido de ultradireita Poder Judaico, formado por defensores de assentamentos israelenses nos territórios palestinos e opositores ferrenhos à solução de dois Estados.
“O acordo que está tomando forma é um acordo imprudente”, disse Ben-Gvir em uma declaração televisionada, dizendo que “apagaria as conquistas da guerra” ao libertar centenas de militantes palestinos e se retirar de áreas estratégicas em Gaza, deixando o Hamas em vantagem.
O conflito na Faixa de Gaza começou quando terroristas do Hamas fizeram uma invasão inesperada ao sul de Israel, matando mais de 1.200 pessoas e sequestrando mais de 200. No mesmo dia, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou guerra ao Hamas, que governava a Faixa de Gaza.
Ao longo de mais de um ano de guerra, bombardeios de Israel e incursões terrestres reduziram grandes áreas da Faixa de Gaza — principalmente no norte — a escombros e causaram uma crise humanitária na população de 2,3 milhões de habitantes.
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Cessar fogo não é ” ACORDO DE PAZ ‘…. A incompetência da ONU se faz sempre presente em não exigir a criação do Estado da Palestina. É só por isso que esse povo árabe luta por décadas sem fim. Estão prisioneiros numa pequena faixa de terra sendo vigiados dia e noite por Israel sem liberdade de negociar seu próprio comercio nem de tocar suas vidas livremente. tudo é fiscalizado e tem que pedir permissão. Parem para pensar. Um campo de concentração em pleno século XXI. Não estou defendendo terroristas como alguns vão dizer, mas defendendo o que é CERTO. O… Leia mais »
Efeito Trump! O resto é mimimi
Falso cristão adorador de Caifás e de mamon, claro, defendendo os vendilhões do templo e fascistas de Israel.
Os cumpanheros terroristas do Hamas tem muitas “afinidades” com a extrema esquerda brasileira:
mentem e enganam tal qual os cumpanheros lulopetistas…
Quem irá parar o genocídio sionista dos herdeiros terroristas do haganá e da gangue do Stern baseado na teoria nazi do espaço Vital e do Uber Mensch perpetrado contra os árabes de Gaza e da Cisjordânia? Quem irá deter os fascistas de Israel na sua sanha colonial e de apartheid contra os palestinos? Soldados matando milhares de crianças e mulheres indefesas e abrigadas em hospitais e escolas. A face reacionária e fascista de Israel cada vez mais evidente, como denunciaram judeus de coragem como Einstein, Hannah Arendt, Shlomo sand e Norman Finkelstein.