Domingo, 21 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de janeiro de 2025
Leite também disse que, atualmente, “não é candidato a nada”.
Foto: Secom RSO governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), afirmou que ainda não é o momento para discutir seu papel nas eleições de 2026, mas demonstrou “disposição” para concorrer à Presidência da República. Para o tucano, o Brasil precisa de um nome fora da polarização entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Eu quero, com toda a honestidade, ajudar a viabilizar o País com uma alternativa a essa polarização. Se Bolsonaro é inelegível e Lula não satisfaz o que nós entendemos que o País precisa, nós temos uma responsabilidade de buscar uma alternativa”, afirmou.
O político chegou a renunciar do cargo meses antes para concorrer ao Executivo nacional em 2022, mas, por imbróglios do PSDB, desistiu. Assim, concorreu mais uma vez ao governo do Rio Grande do Sul e conquistou a reeleição — a primeira na história do Estado desde a redemocratização.
Leite também disse que, atualmente, “não é candidato a nada”. “Eu já estive com disponibilidade e naturalmente eu tenho disposição [para disputar à Presidência], mas não vou colocar aspiração pessoal à frente do que eu acho que é maior, que é viabilizar uma alternativa”, disse o governador gaúcho.
Embora crítico da atual gestão federal, o governador reconheceu que o ambiente institucional sob Lula está mais estável do que com Bolsonaro, destacando que o presidente demonstra “disponibilidade de dialogar”.
“Não foi nada inteligente a forma como o governo Bolsonaro se apresentou para o mundo”, disse. Na avaliação de Leite, o presidente Lula restabeleceu essas conexões que impactaram a diplomacia brasileira, “mas tem tantas outras reprováveis”. Ele cita como equivocadas as relações com a Venezuela, o Irã e a Ucrânia, bem como manifestações em relação a Israel.
Embora reconheça que as relações institucionais com o presidente Lula são “muito mais elevadas” em comparação com o governo Bolsonaro, Eduardo Leite não poupou críticas ao governo federal pelas promessas de auxílio ao Estado após as enchentes de maio do ano passado.
Em nota, a assessoria do governador Eduardo Leite afirmou que ele “está à disposição da sigla para construir uma alternativa ao futuro do Brasil”.
O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, afirmou que Leite “tem pretensões à candidatura” e que possui um perfil muito alinhado com as expectativas do partido e do Brasil.
De acordo com Perillo, Leite tem o perfil considerado ideal pelo partido para liderar uma alternativa política em meio à polarização no Brasil. Ele o descreveu como um político “culto, preparado e conciliador”, ressaltando sua gestão no Rio Grande do Sul, que enfrentou desafios como a pandemia e as enchentes..
“Eduardo Leite é um político culto, preparado, conciliador e provou resiliência por passar por dois acontecimentos que exigiram muito dele, a pandemia da Covid-19 e as enchentes de 2024”, comentou em entrevista ao canal CNN Brasil.
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Ele não!
Não desejo esse cidadão nem presidente da Venezuela, Irá, Corea do Norte. Que nunca mais ocupe um cargo público. Um cara que não valoriza seus funcionalismo, deixa um instituição como a polícia penal afastar 570 pessoas por problemas mentais, 5 suicídios, inúmeros assédios morais, arrocho salarial e uso indevido da máquina pública não merece ocupar nem cargo público no Planeta.
É muito narcisismo e prepotência!!!
Te liga bico!
Novas lideranças estão despontando na Política como Nikolas Ferreira e João Campos, é óbvio que ambos não têm idade para serem presidente da República, porém, em 2026 será Lula reeleito ou Bolsonaro de volta à presidência, tudo irá depender dos EUA.
Talvez Eduardo Leite consiga uma vaga no Senado em 2026.
Não adianta puxar o saco de Lula, o novo queridinho do líder da esquerda é João Campos.
Não sejam novamente enganados pelo discurso “alternativo” globalista da esquerda mundial…
A extrema direita tem o chupetinha kkkkkkkk
Nao faz 5%