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Economia Influenciada por alimentação e bebidas, prévia da inflação oficial do Brasil fica em 0,11% neste mês

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Contribuíram para esse resultado os aumentos do tomate (17,12%) e do café moído (7,07%)

Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias
Contribuíram para esse resultado os aumentos do tomate (17,12%) e do café moído (7,07%). (Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias)

O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15), considerado a prévia da inflação oficial do Brasil, apresentou variação de 0,11% em janeiro, 0,23 ponto percentual abaixo da taxa registrada em dezembro de 2024 (0,34%). O resultado foi influenciado principalmente pelo grupo alimentação e bebidas.

Nos últimos 12 meses, o IPCA-15 acumulou variação de 4,50%, inferior aos 4,71% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2024, o IPCA-15 havia ficado em 0,31%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito tiveram resultado positivo em janeiro. O grupo alimentação e bebidas apresentou a maior variação (1,06%) e o maior impacto (0,23 ponto percentual) no índice do mês, seguido do grupo transportes (1,01% e 0,21 ponto percentual).

Por outro lado, a habitação (-3,43% e -0,52 ponto percentual) teve deflação, ajudando a conter o IPCA-15 de janeiro. Os demais grupos ficaram entre as taxas de 0,72% de artigos de residência e 0,15% de comunicação.

No grupo alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio registrou variação de 1,10% em janeiro. Contribuíram para esse resultado os aumentos do tomate (17,12%) e do café moído (7,07%). No lado das quedas, destacam-se a batata-inglesa (-14,16%) e o leite longa vida (-2,81%).

No grupo dos transportes, o subitem passagem aérea subiu 10,25%. Em combustíveis (0,67%), houve aumentos nos preços do etanol (1,56%), do óleo diesel (1,10%), do gás veicular (1,04%) e da gasolina (0,53%).

No grupo habitação, a energia elétrica residencial foi o subitem com o maior impacto negativo no índice (-0,60 ponto percentual), ao recuar 15,46% em janeiro.

Porto Alegre

Quanto aos índices regionais, a maior variação foi observada em Goiânia (0,53%), por conta das altas da gasolina (5,77%) e do etanol (12,29%). Já o menor resultado ocorreu em Porto Alegre (-0,13%) em razão da queda da energia elétrica residencial (-16,84%) e da batata-inglesa (-21,62%).

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Adalberto Meneguzzi
24 de janeiro de 2025 15:05

Maior produção agrícola do Brasil são soja e milho, ou seja, tu, jumento, não deve estar passando fome!

Vanderlei Ochoa
24 de janeiro de 2025 14:26

Como pode o maior produtor de alimentos do mundo estar com os preços nas alturas. Somos 210 milhões de habitantes e a produção agrícola é para 1,2 bilhões de pessoas. Onde está a tese da oferta e procura? Safras totalmente subsidiadas com os impostos pagos pelo povo e o povo passando fome. Que barbaridade chê. O AGRO É POP

Vanderlei Ochoa
24 de janeiro de 2025 15:15

Na Alemanha, 30 % dis alimentos para o povo vem da agricultura familiar. Aqui no Brasil, o AGRO tem 99,65 das terras para produzir soja e milho transgênico, à base de muito agrotóxico. Além de desmatar todo o território, o AGRO polui a terra, o ar, os rios e de lambuja avança até dentro dos rios, assoriando nosso manancial de água doce. Só 0,5% é da agricultura familiar, que produz alimento saudável e sem agrotóxicos para alimentar o povo

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