Domingo, 28 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 9 de abril de 2025
O senador disse que a fala foi “absurda”.
Foto: Andressa Anholete/Agência SenadoO senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, nesta quarta-feira (9), reprovar a declaração do deputado Gilvan da Federal (PL-ES) sobre desejar a morte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não é uma postura que se espera de um parlamentar que está ali para discutir as coisas sérias do Brasil”, declarou Flávio no plenário do Senado.
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador disse que a fala foi “absurda”. No entanto, citou a imunidade parlamentar e discordou de que seja necessário alguma providência ou “punição” ao deputado.
A imunidade parlamentar é concedida aos senadores e deputados com o objetivo de assegurar-lhes a independência no desempenho do mandato. Com efeito, a ideia da imunidade parlamentar é a de permitir que estes exerçam seus mandatos sem pressões ou abusos por parte dos demais Poderes.
A fala de Gilvan aconteceu na última terça-feira (8) durante a Comissão de Segurança Pública da Câmara. Na ocasião, ele disse: “Quero mais é que ele morra mesmo e que [os seguranças dele] andem desarmados.”
O colegiado aprovou um projeto de lei que proíbe o uso de armas de fogo por seguranças pessoais do presidente Lula e de ministros. A medida foi apresentada em agosto de 2023 pelos deputados Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), atual presidente da comissão, e Delegado Caveira (PL-PA). Gilvan era o relator.
Conforme o texto, “fica vedado o uso de armas de fogo pelos agentes integrantes da segurança pessoal do Presidente da República e de seus Ministros de Estado, ainda que em atividades que envolvam a segurança imediata de tais dignitários”.
Durante a reunião, Bilynskyj, que é pró-armamentista, afirmou que o projeto traz um “nivelamento” no debate sobre acesso a armas no País.
Na justificativa do texto, o deputado argumenta que a atuação da segurança presidencial e ministerial deve “estar de acordo com a ideologia do atual mandatário, que não vê nas armas de fogo algo benéfico para a sociedade”.
O presidente Lula é contra a ampliação do acesso a armas e, em sua gestão, alterou regras criadas no governo de Jair Bolsonaro que facilitavam a questão.
A proposta ainda precisa do aval da Comissão de Administração e Serviço Público e da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Por tramitar em caráter conclusivo, se for aprovado nos colegiados, poderá seguir diretamente para a análise do Senado. As informações são do portal de notícias CNN Brasil.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Os que apodrecem a direita são aqueles que dizem. ” Ele quer voltar a CENA DO CRIME”
E hoje está abraçado com o pt.
O bolsonarismo apodreceu a direita ou a direita sempre foi podre?
Bolsonarismo mata!!!
Pois fico a pensar: se as autoridades são tão estimadas pelo povo, qual a razão para se cercarem de seguranças armados até os dentes ? E se essas mesmas autoridades são a favor do desarmamento, por que usam seguranças armados? Um contra senso que comprova a hipocrisia da medida.
Vocês Imaginen Se Plano Golpe.
Tivesse dado Serto?
Oque Seria do País Hoje?
Deputados Expulicial?
Ué porque o espanto? O próprio DEScondenado disse em frente as câmeras e repórteres que queria FODER com a vida do juiz Sérgio Moro?
A esquerda e um perigo. Quem vota no pt não e só burro e cúmplice.
PAU NO CU! Que vá para o inferno o Lule e seu amigo Mitooooooo.