Sábado, 06 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de abril de 2025
A relação entre o Vaticano e o país asiático ficou conturbada nos últimos anos
Foto: ReproduçãoVinte e quatro horas depois, a China lamentou, nesta terça-feira (22), a morte do papa Francisco. A relação entre o Vaticano e o país asiático ficou conturbada nos últimos anos, o que ajuda a entender a demora para lamentar publicamente o falecimento do pontífice.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, expressou condolências pela morte de Francisco, mas não falou se algum representante chinês irá ao Vaticano para o funeral.
“Nos últimos anos, a China e o Vaticano mantiveram contato construtivo e realizaram trocas benéficas. A China está disposta a trabalhar em conjunto com o Vaticano para promover a melhoria contínua das relações China-Vaticano”, disse Jiakun.
Um dos pontos controversos na relação entre Pequim e a Igreja Católica está no fato de o Vaticano reconhecer a soberania de Taiwan, ponto de discórdia com a China, que reivindica a ilha como parte do território chinês.
A mídia estatal chinesa dedicou pouca cobertura à morte do papa. A China, um Estado oficialmente ateu, abriga milhões de católicos.
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