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Economia Economia brasileira sobe 0,60% em fevereiro, aponta índice do Banco Central

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Indicador havia registrado alta de 0,86% em janeiro.

Foto: ABr

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 0,60% em fevereiro, na comparação com janeiro e na série com ajuste sazonal, informou a autarquia nesta quinta-feira, 16. O indicador havia subido 0,86% em janeiro (revisado, de 0,78%).

As estimativas do mercado iam de variação zero a crescimento de 1,40%.

O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor da conta, aumentou 0,61%, após uma alta de 0,96% no mês anterior (revisado, de 0,86%). O indicador próprio da agropecuária subiu 0,23%, após queda de 1,32% em janeiro (revisado, de -1,49%).

O índice de serviços cresceu 0,29%, após subir 0,87% no mês anterior (revisado de 0,81%); o da indústria aumentou 1,18%, após aumentar 0,40% em janeiro (revisado de 0,37%); e o de impostos — equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do PIB — cresceu 0,75%, após alta de 0,78% em janeiro (revisado de 0,47%).

Interanual

Na comparação com fevereiro de 2025, o IBC-Br total caiu 0,27% na série sem ajuste sazonal. A  estimativas do mercado iam de queda de 1,70% a alta de 2,50%.

O índice ex-agropecuária ficou estável (0,00%) na comparação interanual, após alta de 0,97% no mês anterior (revisado, de 0,91%). O da agropecuária teve queda de 1,31%, depois de ter crescido 1,51% em janeiro (revisado, de 0,65%).

O indicador de serviços cresceu 0,99%, após alta de 2,21% (revisado, de 2,09%). O da indústria caiu 1,30%, depois de ter caído 1,19% (revisado, de -1,17%). O índice de impostos caiu 2,63%, após recuo de 1,35% (revisado, de -1,27%).

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vanderlei stefani
16 de abril de 2026 17:00

Hermanos devendo até as calças,
O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira (15) que chegou a um novo acordo com a Argentina e vai liberar US$ 1 bilhão, cerca de R$ 4,9 bilhões, ao país. O valor faz parte de um programa mais amplo de US$ 20 bilhões, quase R$ 100 bilhões, criado para apoiar a recuperação da economia argentina. O acordo tem duração de quatro anos e foi fechado há cerca de um ano para substituir um empréstimo anterior ainda maior, de US$ 44 bilhões.

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