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Mundo Líderes mundiais condenam tiros em jantar com Trump nos Estados Unidos

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Reações destacam repúdio à violência política e alívio por presidente (foto) e convidados estarem ilesos

Foto: Reprodução
Reações destacam repúdio à violência política e alívio por presidente (foto) e convidados estarem ilesos. (Foto: Reprodução)

Líderes de diversos países manifestaram repúdio aos disparos registrados no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado (25), e destacaram alívio pelo fato de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e os demais convidados não terem se ferido.

O chefe de governo do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou estar “profundamente chocado” com o ocorrido e pelo “perturbador incidente”.

A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência não pode ser aceita por aqueles que defendem a paz. “Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa”, disse, ao desejar segurança aos presentes.

Em tom semelhante, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou que “a violência nunca deve ser o caminho”.

O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar aliviado com a segurança dos participantes e ressaltou que a violência política “não tem lugar em nenhuma democracia”. A mesma avaliação foi feita pela premiê do Japão, Sanae Takaichi, que afirmou que atos do tipo não podem ser tolerados.

Já o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a resposta das forças de segurança americanas, destacando a rapidez na contenção do incidente. O premiê da Índia, Narendra Modi, também condenou o episódio e desejou segurança contínua às autoridades dos EUA.

Nos Estados Unidos, a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi, adversária política de Trump, destacou a atuação dos agentes de segurança. Ela também mencionou o impacto do episódio ao lembrar experiências pessoais com violência política e manifestou solidariedade ao agente ferido e aos presentes.

Outro democrata, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que a violência é inaceitável e reforçou a importância de uma imprensa livre para o país.

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Eloa Gute
26 de abril de 2026 23:52

De novo esse mentiroso, isso é para ofuscar a guerra que ele está perdendo.

vanderlei stefani
26 de abril de 2026 21:09

Podemos perguntar como e por que o nome do suposto atirador foi pesquisado centenas de vezes em Israel um dia antes do incidente?

Glaucio dos Santos Brum
26 de abril de 2026 10:18

Não sabemos ao certo se foi teatro ou se foi real. Mas, como dizia um velho tio meu: “— Depois que inventaram a máquina de debulhar milho, não duvido de mais nada”. O ser humano é mesmo capaz de tudo.

roque
26 de abril de 2026 09:03

Quando a popularidade nao está bem, vem mais um teatrinho para comoção da população. “vai ter tiros” kkkkk
E segue o balanço das ondas….

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