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Economia Ministro da Fazenda defende taxação de ultrarricos em agenda do G7

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Ministro diz que o Brasil está atrativo a investimento externo

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Ministro diz que o Brasil está atrativo a investimento externo. (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nessa segunda-feira (18), em Paris, na França, o avanço da discussão internacional sobre a taxação de grandes fortunas e afirmou que apoiaria a inclusão do tema nas discussões do G7, grupo que reúne as sete democracias mais ricas do planeta.

Em viagem à França para reuniões preparatórias da cúpula das maiores economias desenvolvidas, Durigan participou de um evento promovido pela revista Le Grand Continent ao lado do economista francês Gabriel Zucman, um dos principais defensores da criação de um imposto mínimo global sobre bilionários.

“Eu sou muito disposto a levar esse debate porque é um debate do nosso tempo. Agora, se tiver espaço para discutir justiça tributária, eu sou o primeiro a topar”, afirmou o ministro.

O encontro reuniu acadêmicos, políticos e representantes do setor econômico francês para discutir tributação internacional e desigualdade. Zucman é autor de uma proposta que prevê um imposto mínimo global de 2% sobre patrimônios superiores a US$ 100 milhões.

O economista colaborou com o governo brasileiro durante a presidência do G20, formado pelas 19 maiores economias do planeta, mais a União Europeia e a União Africana, em 2024.

Reforma brasileira

Durigan destacou a experiência recente do Brasil com a aprovação, em 2025, da reforma do Imposto de Renda que criou uma alíquota mínima progressiva sobre super-ricos. Segundo a Fazenda, cerca de 142 mil pessoas devem ser alcançadas pela medida.

Apesar do apoio do Brasil, o tema enfrenta resistência internacional, especialmente dos Estados Unidos. Ainda assim, a discussão ganhou espaço no G20 durante a cúpula realizada no Rio de Janeiro. Na França, um projeto semelhante acabou rejeitado pelo Senado francês. A proposta previa taxação anual de 2% sobre patrimônios superiores a 100 milhões de euros.

Investimentos e minerais

Durante a passagem por Paris, Durigan também buscou reforçar a imagem do Brasil como destino de investimentos estrangeiros. Segundo ele, o país vive um momento favorável em meio às tensões internacionais.

“Os ativos brasileiros ainda me parecem interessantes, como estão ainda baratos, me parece, uma chamada para investimento no Brasil”, afirmou. O ministro também destacou o potencial brasileiro na produção de minerais críticos, como terras raras, nióbio e grafeno, considerados estratégicos para a indústria tecnológica e a transição energética.

“É fundamental dar segurança jurídica, por isso um novo marco que garanta procedimentos céleres e seguros”, afirmou. “A diretriz é reforçar esse papel e avançar para um estímulo à industrialização desses minerais no Brasil.”

Antes de retornar ao Brasil, Durigan terá uma reunião com Fatih Birol, diretor-executivo da AIE (Agência Internacional de Energia), em Paris.

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Eloa Gute
18 de maio de 2026 16:11

Esse é mais um q tem merda na cabeça, se as pessoas são ricas, e porque trabalham muito para ter o q tem. Não conheço nenhum rico q não tenha trabalhado. O mais uma forma de roubar as pessoas?? Até os aposentados, que ganham acima do salário mínimo eles roubaram!!! Mesmo tendo trabalhado por 30 anos e pago para receber, são roubados né Lula?? 3.9% filho da puta!

Luis Henrique Silveira da Silva
18 de maio de 2026 15:45

Isso , eles vão repassar para nós mesmo

ochoavanderlei@gmail.com
18 de maio de 2026 15:33

Só quem paga impostos são os pobres. Carregamos o Brasil é os milionários nas costas. Chega disso.

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