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Geral Professores estaduais prometem não lecionar hoje, em protesto contra parcelamento de salários

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Parcelamento de salários atingiu quase 40% dos professores estaduais gaúchos (Divulgação / Cpers)

De braços cruzados nesta segunda-feira, em protesto contra o parcelamento dos salários dos servidores com vencimento superior a 2.150 reais, os professores da rede pública estadual avisaram que o tema de casa, dessa vez, é para os pais: não levem seus filhos para a escola hoje.

A recomendação tem sido reiterada pelo Cpers-Sindicato (Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul), que aprovou a paralisação da categoria na segunda-feira, seguindo tendência manifestada por outros setores do funcionalismo. O Conselho Geral da entidade também aprovou um calendário de mobilização: até o dia 18, as escolas devem cumprir turno reduzido, com a diminuição de um ou dois períodos por dia, equivalentes a um quarto do horário letivo. O Cpers estima que, dos 156 mil professores estaduais, pelo menos 62 mil (quase 40%) foram incluídos no parcelamento anunciado na sexta-feira pelo Palácio Piratini.

Particulares

Já no que se refere aos colégios particulares, o Sinepe-RS (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Rio Grande do Sul) ressalta não ter repassado qualquer orientação sobre o assunto aos seus filiados. Deixou em aberto, entretanto, a possibilidade de que cada instituição avalie e decida pela abertura ou fechamento de suas portas hoje. O Sinpro (Sindicato dos Professores do Ensino Privado) também não se manifestou sobre o tema. (Marcello Campos com agências)

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