Domingo, 12 de abril de 2026
Por Luís Eduardo Souza Fraga | 27 de março de 2026
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Será que estamos diante da “Terceira Guerra Mundial”?
O que o mundo mais temia talvez já esteja acontecendo, uma grande guerra, uma guerra mundial!
O ser humano foi forjado a guerras e conflitos sociais, isso talvez tenha interferido na velocidade com que o mundo se desenvolveu, é claro que também as guerras contribuíram para o desenvolvimento do mesmo. Fica a reflexão.
O mundo está diante de muitos conflitos, além de Rússia e Ucrânia, que se arrasta há anos, agora também Israel e seus eternos inimigos do Oriente Médio e nessa onda de ataques e confrontos os Estados Unidos da América está ao lado de Israel e assim, a guerra se expande.
As consequências desastrosas que esperávamos já estão acontecendo nos países em confronto, além das destruições materiais que estão acontecendo, muitas perdas humanas, o aniquilamento de cidades, crises econômicas, aumento no custo de vida e por aí vai.
Como sempre, quem não tem nada a ver com isso, também irá pagar a conta!
Estamos diante de guerras sem precedentes, da mesma forma que aconteceu na Primeira Guerra Mundial, a nossa geração não havia presenciado uma guerra com tantas novidades tecnologias envolvidas e por certo, estamos todos temendo as armas nucleares, que alguns países possuem, inclusive um dos motivos dos ataques de Israel e E.U.A ao Irã é por conta disso, pois o Irã é acusado de estar processando e enriquecendo urânio para a fabricação de armas nucleares.
Com alguns dos mais poderosos países envolvidos em guerras e tantas armas tecnológicas sendo usadas, acredito que já estamos diante da “Terceira Guerra Mundial”.
O que precisaria mais, para que essa seja uma guerra mundial?
Alguém poderá dizer que um país ainda não entrou com suas tropas no território do outro, mas precisamos entender que os tempos são outros e as guerras também.
Os países envolvidos em conflitos não irão colocar milhares de soldados frente a frente em campo de batalhas como antes, o foco hoje é destruir com mísseis e drones as principais instalações de energia, combustíveis, fábricas de armamentos, munições e até estrategicamente, abater lideranças do inimigo, assim diminui ou acaba com o poder do oponente, forçando um acordo de paz sob seus argumentos, tudo isso sem derramar o sangue dos seus soldados.
É exatamente isso que Israel e E.U.A estão fazendo na guerra com o Irã e outros países do Oriente Médio. Pense nisso!
Na guerra entre Rússia e Ucrânia é de cortar o coração ver as pessoas deixarem tudo para trás e seguir centenas de quilômetros tentando refugiar-se em países vizinhos, sendo que, desde o início do conflito, os homens ucranianos entre 18 e 60 anos, estão proibidos de sair do país, deverão ficar e pegar em armas para defender sua terra, conforme o governo ucraniano.
São famílias separando-se, pais deixando os filhos e as mulheres nas fronteiras, outros perdendo seus entes nos confrontos, nada pode ser mais desastroso que uma guerra deste tamanho.
Nessa terceira semana de março de 2026, os E.U.A enviaram uma proposta de paz ao Irã, mas o mesmo não aceitou de pronto e está exigindo cinco outras questões no acordo, veremos nos próximos dias o resultado disso tudo!
Seguimos à espera de um desfecho positivo, pois o preço dos combustíveis estão subindo aqui no Brasil e o custo de vida também, nós também estamos sofrendo com as consequências da guerra.
Será que estamos diante da “Terceira Guerra Mundial” e ainda não nos damos conta?
Fica a reflexão!
* Prof. Luís Eduardo Souza Fraga – historiador e escritor (fragaluiseduardo@gmail.com)
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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