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Saúde Agência europeia começa a avaliar vacina anticovid para jovens entre 12 e 15 anos

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O texto esclarece que as medidas têm caráter excepcional, direcionadas a atos praticados durante a pandemia. (Foto: Reprodução)

A EMA (Agência Europeia de Medicamentos, na sigla em inglês) anunciou, nesta segunda-feira (3), que começou a avaliar a vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech para menores com idades entre 12 e 15 anos, após um pedido similar apresentado nos Estados Unidos.

“A EMA comunicará o resultado de sua avaliação, que se espera para junho, a menos que seja necessária informação adicional”, disse a agência, em um comunicado.

Nos Estados Unidos, as duas empresas já apresentaram um pedido similar em abril para ampliar a aprovação de emergência concedida pela FDA, a agência americana que regula o setor de alimentos e remédios.

Os pedidos se baseiam nos dados de um estudo clínico de fase 3, publicado no final de março, que mostra uma “eficácia de 100%” da vacina para prevenir a doença neste grupo etário. Também foi “bem tolerada em geral”.

Ainda não existe nenhuma vacina para menores, que estão menos expostos aos casos graves da doença e, por isso, não tiveram sua vacinação como prioridade até o momento.

Viajantes de fora

Em outra frente, o poder executivo da União Europeia recomendou, nesta segunda-feira (3) que os países do bloco passem a aceitar mais viajantes de fora. Atualmente, pessoas de sete países de fora da União Europeia são permitidas no bloco para viagens turísticas ou motivos não-essenciais, mesmo que não tenham sido vacinadas (no entanto, elas devem passar por testes e uma quarentena).

A ideia é que no mês viajantes estrangeiros de mais países possam entrar na União Europeia. A esperança é que isso possa impulsionar a indústria do turismo.

Países da União Europeia começam a se preparar para receber estrangeiros nos próximos meses

“É hora de reviver a indústria do turismo e de reacender as amizades para além das fronteiras com segurança”, escreveu a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, em uma rede social.

A nova proposta é para liberar a entrada de pessoas em duas situações:

– Pessoas que receberam doses de vacinas que a União Europeia autorizou;

– Pessoas de países onde há uma boa situação epidemiológica.

Viajantes oriundos do Reino Unido, Rússia e outros países se encaixam no critério da segunda categoria.

O conselho decide quais os países de onde podem sair viajantes com base em critérios epidemiológicos. A regra atual é que somente países onde a taxa de infecção por 100 mil pessoas é 25 nos últimos 14 dias. A proposta é alterar essa taxa para 100 notificações nos últimos 14 dias.

A taxa brasileira da semana mais recente disponível é de 400. No passado recente, esse índice já foi de 495.

A lista de países será revista pela União Europeia a cada duas semanas. Um dos membros do bloco pode sugerir uma suspensão se a situação em um país que está liberado piorar.

Nesse caso, são previstas exceções como profissionais da saúde, diplomatas, passageiros em trânsito, pessoas que viagem por motivos familiares imperativos, pessoas que precisam de proteção internacional e profissionais de serviços náuticos.

As vacinas que a União Europeia autorizou são as fabricadas com as tecnologias desenvolvidas pelas seguintes empresas: AstraZeneca; Johnson & Johnson; Pfizer; e Moderna. As informações são da agência de notícias AFP e do portal de notícias G1.

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