Segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 31 de março de 2025
Presidente se manifestou sobre a data pela primeira vez no terceiro mandato
Foto: Antonio Cruz/Agência BrasilO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, nas redes sociais, sobre o golpe militar que completa 61 anos nessa segunda-feira (31), após passar dois anos chefiando o País sem relembrar publicamente a data. A manifestação do petista ocorre cinco dias depois do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) virar réu no processo que apura uma tentativa de golpe de Estado durante e depois da eleição de 2022.
“Hoje é dia de lembrarmos da importância da democracia, dos direitos humanos e da soberania do povo para escolher, nas urnas, seus líderes e traçar o seu futuro. E de seguirmos fortes e unidos em sua defesa, contra as ameaças autoritárias que, infelizmente, ainda insistem em sobreviver”, afirmou Lula no X (antigo Twitter).
O chefe do Executivo ressaltou que “não existe, fora da democracia, caminhos para que o Brasil seja um país mais justo e menos desigual”. Lula ainda relembrou os 40 anos da redemocratização, comemorados no último dia 15 de março.
“Há 40 anos, vivemos em um regime democrático e de liberdades, que se tornou ainda mais forte e vivo com a Constituição Federal de 1988. Esta é uma trajetória que, tenho certeza, continuaremos seguindo. Sem nunca retroceder”, finalizou o petista.
O Brasil viveu 21 anos de ditadura militar e, após uma onda de protestos contra o regime, em 15 de março de 1985, José Sarney tomou posse como vice-presidente civil para assumir interinamente a Presidência da República — marcando oficialmente o processo de redemocratização.
Golpe militar e a anistia
Nesta segunda-feira, os ministros de Lula também relembraram a data nas redes sociais e mencionaram os atos de 8 de janeiro de 2023, além de ressaltar serem contra a anistia.
A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, escreveu que é importante recordar a data, principalmente “nos dias de hoje, em que estão sendo levados a julgamento os comandantes de uma nova tentativa de golpe, incluindo um ex-presidente da República tornado réu”.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, pontuou que era preciso “relembrar para não repetir” e declarou ser contra anistiar os presos dos pelos atos do 8 de Janeiro, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas.
Luiz Marinho, ministro do Trabalho, argumentou que, “hoje, é um dia para lembrarmos de quão nocivas são as ditaduras” e também destacou ser contra a anistia. “Por isso, neste 31 de março, a palavra de ordem é ANISTIA, NÃO!”, publicou. No dia 17 de março, Lula comparou a suposta tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022 com a ditadura militar.
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A cadela do fascismo está no cio e parindo cadelinhas por todo o Brasil…cadelinhas fascistoides
As cadelinhas do fascismo estão por aí, no cio
Não vejo diferença entre autoritarismo de direita ou de esquerda, então o cachaça está se contradizendo, afinal nesta coisa que ele insiste em chamar de Democracia atual, só estamos vendo autoritarismo disfarçado de legalidade, sustentado por um judiciário cumplice….Se vivemos 21 anos sob orientação do Militarismo ordeiro agora estamos prestes a viver 21 anos sob o comando da esquerda corrupta…oque é melhor…
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Sempre bêbado!