Quarta-feira, 17 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de março de 2021
Posse de Marcelo Queiroga não tem data definida
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilO Senado aprovou nesta terça-feira (16) um convite para que o médico Marcelo Queiroga, anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro como novo ministro da Saúde, explique as prioridades da pasta no combate à pandemia.
Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Queiroga ainda não tomou posse no cargo. A cerimônia deve acontecer na próxima semana. Marcelo Queiroga substituirá Eduardo Pazuello no comando da pasta e será o quarto ministro da Saúde no governo Bolsonaro.
Mais cedo, nesta terça, o novo ministro se reuniu com Pazuello e, ao final, fez um pronunciamento no qual defendeu o uso de máscara e afirmou que “sozinho” não resolve problemas e que, por isso, é preciso “união da nação”.
A data da sessão do Senado na qual Queiroga será ouvido ainda não foi agendada. O líder do governo, Fernando Bezerra (MDB-PE), disse que o novo ministro está à disposição do Congresso, mas solicitou que fosse dado um tempo antes da audiência. Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição e autor do requerimento, sugeriu a data de 30 de março para a sessão.
Como deve ser a sessão
Além das prioridades no enfrentamento da pandemia, Queiroga será indagado sobre: aquisição de vacinas e ampliação da campanha de vacinação; disponibilidade de leitos de enfermaria e UTI; fornecimento de oxigênio nos estados, em especial Rondônia, Acre e Ceará, estados onde há a possibilidade de falta do insumo.
“A troca da gestão no Ministério da Saúde implica na necessidade urgente de convite do titular da pasta para explicitar ao Senado as prioridades da nova gestão no enfrentamento da pandemia e as medidas planejadas para promover a ampliação da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil”, afirmou Randolfe no pedido.
Rose de Freitas (MDB-ES) também apresentou requerimento para que Queiroga seja convidado a comparecer ao Senado. Ela destacou que a condução de medidas de combate à pandemia pelo governo Bolsonaro foi “ineficiente, para dizer o mínimo, visto que espalhou desinformação e cizânia entre os entes subnacionais, em vez de assumir o papel de liderança que caberia à União neste momento de crise global”.
“O parlamento deve assumir sua responsabilidade de fiscalizar as atividades do Executivo e cobrar uma resposta firme, eficaz e tempestiva do governo para mitigar os efeitos da pandemia. A inépcia e a falta de liderança demonstradas pelo Ministério da Saúde ao longo dos últimos meses não podem continuar”, acrescentou.
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Senhores senadores, deveriam fiscalizar mais o STF, que esta comentendo injustiças e abuso de autoridade, indicação de ministro é atribuição do Presidente da República, mas como a maioria esta com O RABO PRESO , não implantam a CPI da Toga, da Bengala, atitudes covardes e oportunistas como a do senado e câmara, vão levar em breva a uma intervenção militar, ai quero ver para onde os senhores vão correr!!
Por que não convocam os covardes dos ministros do STF para explicar o porquê que retiraram o poder do Presidente? Senadores covardes?
Será que a esquerdalha do quanto pior melhor e que não pega vírus vão deixar o ministro trabalhar , e pelo que estou vendo só tem críticas bostonaro isso fantoche aquilo , mas colocar na mesa algo que realmente ajude eles não tem .
É o Bolsonaro é insano, mas quem esta administrando a pandemia ??? Governadores corruptos que estão desviando dinheiro da saúde para outros fins( teu dinheiro), troca de ministros é normal em qualquer lugar do mundo, mas ser roubado por um analfabeto por 20 anos (LULA TEU LIDER ) ,ai esta tudo bem, quem apoiou o tratamento precoce Bolsonaro, (Búsios e outras cidades funcionou) , mas os teus governadores e esquerdistas comunistas e genocidas,, entraram no STF para impedir, isso para você não é insanidade, porque estão de coluio com laboratório chineses,, para que a doença continue a matar pessoas inocentes,… Leia mais »
Das duas, uma:
Ou o novo ministro será mais um fantoche fazendo e defendendo as insanidades do bostonaro, ou tentará ser um ministro “de fato” e, assim, mais um exonerado.
Um país que tem QUATRO ministros da saúde durante a pandemia, não é digno de ser chamado assim.
Simples e trágico.
Mas pro gado, tá tudo certo.
Nada mais justo, já que o “general” se esquivou…