Segunda-feira, 20 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 11 de março de 2023
O governo da Venezuela, de Nicolás Maduro, tem um total de US$ 682 milhões em pagamentos atrasados de sua dívida com o BNDES.
Foto: ReproduçãoA dívida de quase US$ 682 milhões que a Venezuela tem com o governo brasileiro foi um dos assuntos do encontro do assessor especial da Presidência Celso Amorim com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na última quarta-feira (9). Amorim visitou Maduro no Palácio de Miraflores, sede do governo venezuelano, em Caracas. Foi o primeiro encontro institucional divulgado entre autoridades dos dois países desde a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo Amorim, há disposição por parte do governo da Venezuela em ressarcir os cofres brasileiros, embora os detalhes sobre o pagamento não tenham feito parte da conversa em Caracas.
“Não sei se é dívida só com o BNDES. Há uma questão de seguro de crédito. Mas não fui com uma missão técnica, fui apenas com dois assessores diretos. Não houve nenhum esboço de negação da dívida e há total disposição de acertar. Não me cabia conversar se vai acertar em uma vez, duas vezes, mas há disposição em reprogramar e ressarcir”, afirmou Amorim.
O governo da Venezuela tem um total de US$ 682 milhões em pagamentos atrasados de sua dívida com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), conforme dados atualizados até dezembro de 2022 e disponíveis no site da instituição de fomento. Dos atrasados, a maior parte, US$ 658 milhões, já foram cobertos pelo FGE, o fundo de garantias do Tesouro Nacional. A Venezuela ainda tem US$ 123 milhões em parcelas da dívida a vencer.
O BNDES chegou a contratar US$ 2,970 bilhões em financiamentos para obras no país vizinho, mas, desse valor, foi liberado US$ 1,507 bilhão. O site do BNDES lista sete obras públicas venezuelanas tocadas por construtoras brasileiras, com financiamento do banco de fomento.
A viagem de Amorim à Venezuela foi organizada sob discrição no governo Lula. Segundo o assessor especial da Presidência, também foi conversado sobre a realização de eleições no país no ano que vem. “Falamos de todos os assuntos. Eu não fiquei questionando ele (Maduro), mas ele sabia que eu iria me encontrar com a oposição e não criou nenhuma dificuldade para isso”, afirmou Amorim.
Relações
Durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, o Brasil apoiou a estratégia internacional de pressão máxima (quando países começam a adotar sanções, por exemplo, ou outras medidas unilaterais) sobre o regime chavista, que passou pelo reconhecimento de Juan Guaidó, opositor, como presidente interino da Venezuela. Antes mesmo de tomar posse, Lula já havia indicado que adotaria uma política diferente da de Bolsonaro e que abriria canal de diálogo com Maduro.
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Tomara que pague.Seria bom para o Brasil e ruim para ti.
Conversa fiada…Venezuela não vai pagar nada
Kkkkkkkk enrolou o Amorim.
Devo não nego. Pago quando puder.
Destes muitos R$ BI “emprestados” do pagador de impostos ao ditador, qual foi a comissão que o lulopetismo recebeu ???
Pagará a milésima parte para conseguir outro empréstimo milionário, aliás, empréstimo não, doação! O pseudo governante adora doar para outros países o dinheiro dos pagadores de impostos brasileiros.
Claro que vai pagar, tipo refis tupiniquim: refinanciam o que devem em 30 anos e ficam aptos a pegar mais recursos para se endividarem e fazerem mais um “engate” no pagador de impostos nacional. E por trás destes Refis’s vem aquelas lorotas, refinanciamos sem juros e multas, o que só beneficiam os maus pagadores em detrimento daqueles que mantém seus impostos em dia com o fisco!
Devo não nego, mas prometo pagar Assim sendo , me empresta mais um pouco.. O povo brasileiro financiando.. Aonde iremos com este governo…..????
Valeu, Maduro! Conta a do papagaio, agora.