Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 3 de setembro de 2016
Um apartamento com cerca de 125 m², a 200 metros da praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, será o destino da ex-presidenta Dilma Rousseff quando deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília.
Localizado na região com um dos maiores IPTUs da cidade, o imóvel fica no terceiro pavimento de um prédio que tem quatro apartamentos por andar. É de propriedade de Dilma Jane, mãe da petista. Segundo moradores, cada um tem valor aproximado de R$ 3,5 milhões. Dos 32 apartamentos, somente 20 têm direito a uma vaga de garagem.
A petista era presença bissexta no local – sua última visita, segundo moradores, foi ainda na época de presidenta, acompanhada de forte esquema de segurança. A perspectiva de ter Dilma como vizinha dividiu a opinião de moradores. Um deles, que não quis se identificar, afirmou que a ex-presidenta não é bem vista pelos demais.
O futuro endereço da ex-presidente fica próximo a pontos turísticos famosos como o Arpoador, o parque Garota de Ipanema e o Forte de Copacabana. Na esquina da rua está o hotel Fasano. Para manter sua rotina de pedaladas, a ex-presidente terá uma das maiores ciclovias do Rio de Janeiro à disposição, que vai de Copacabana até São Conrado.
Se passear pela avenida da praia, a Vieira Souto, Dilma passará em frente ao apartamento do senador Aécio Neves – que fica a cerca de 950 metros de distância do da petista. Ainda em Brasília, a ex-presidenta comentou pela primeira vez nesta sexta-feira (02) a divisão da votação no julgamento de seu impeachment.
Ela disse que a medida “não atenua” a decisão dos senadores de cassar seu mandato. Segundo ela, o afastamento definitivo foi a decretação de sua “pena de morte política”.
O advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, diz que, com a absolvição na segunda votação, Dilma pode se candidatar a qualquer cargo eletivo. A chefe, por sua vez, afirma que “não tem projeto eleitoral elaborado”. O PSDB protocolou nesta sexta-feira um mandado de segurança que questionar a legitimidade do fatiamento. O documento tem o apoio do DEM, PPS e Solidariedade. (Folhapress)
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