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Política Aprovado em comissão do Senado, voto impresso já foi invalidado pelo Supremo em duas ocasiões

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O texto aprovado estabelece que, após a confirmação dos votos de cada eleitor, a urna deverá imprimir o registro de cada voto.

Foto: Agência Brasil
(Foto: Agência Brasil)

A realização de eleições com voto impresso foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Incluído no projeto de lei do novo Código Eleitoral, o tema já foi aprovado pelo Congresso em duas oportunidades – e declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em ambas.

O texto aprovado pela comissão nessa quarta-feira (20) por 14 votos a 12, estabelece que, após a confirmação dos votos de cada eleitor, a urna deverá imprimir o registro de cada voto.

Na sequência, o comprovante será depositado, sem contato manual do eleitor e de forma automática, em uma urna lacrada para fins de verificação. O texto estabelece, entre outros pontos, uma regra de afastamento para que militares e juízes possam disputar eleições . Também cria uma cota que destina 20% das cadeiras do Legislativo para mulheres.

O projeto prevê proibições para o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais. Buscando apoio da oposição, o relator do projeto, senador Marcelo Castro (MDB-PI), recuou de trechos que endureciam penas para mentiras no processo eleitoral, mas manteve as punições existentes.

A questão já foi levada ao STF em pelo menos dois momentos nos últimos anos, a partir de ações da Procuradoria-Geral da República (PGR).

No caso mais recente, em 2020, o tribunal decidiu, por unanimidade, que era inválida a previsão de impressão de voto, estabelecida na minirreforma eleitoral de 2015.

A legislação aprovada pelo Congresso previa que o comprovante seria depositado em um local lacrado após a confirmação pelo eleitor de que a impressão estava correta.

O plenário acompanhou o entendimento do relator do caso, o ministro Gilmar Mendes. Para o ministro, a proposta violou “o sigilo e a liberdade do voto”.

“As impressoras das urnas são internas e servem para imprimir a zerésima, na abertura das votações, e o boletim de urna, em seu encerramento. Portanto, não há como utilizá-la para exibir o voto ao eleitor para confirmação, cortar o voto confirmado e inseri-lo em receptáculo lacrado”, afirmou.

A previsão de voto impresso já tinha sido derrubada antes pelo tribunal, em julgamento de 2013. Na ocasião, outra ação da PGR questionou a medida, fixada em lei de 2009.

O texto afirmava que, a partir de 2014, o voto impresso ficaria criado e que uma nova urna eletrônica exibiria o voto completo do eleitor para todos os cargos para confirmação antes da impressão. A lei previa que o voto fosse depositado “de forma automática, sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado” e que 2% das urnas de cada zona eleitoral seriam sorteadas para recontagem.

Naquele julgamento, os ministros também concluíram que a medida poderia comprometer o sigilo do voto. Prevaleceu o voto da relatora, a ministra Cármen Lúcia, que defendeu a segurança das urnas.

“A urna eletrônica é o espaço mais seguro de votação. […] A porta de conexão do módulo impressor, além de provocar problemas de conexão, abre-se a fraudes que podem comprometer o processo eleitoral”, disse à época.

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Jorge Bressan
22 de agosto de 2025 00:21

Lembro que nas eleiçoes de 2022 o Barroso andava pelos corredores fazendo campanha contra as urnas e votos auditaveis!!

Artur Artur
22 de agosto de 2025 14:50

Ah….Jegue…não existe BRICS….Existe o Foro de São Paulo….uma organização FORMADA POR NARCOs….

Artur Artur
22 de agosto de 2025 14:49

NÃO PODES SER TÃO BURRO…..É maldoso mesmo…

http://www.gazetadopovo.com.br › opiniao › artigos
Uma análise do princípio da publicidade e as urnas eletrônicas
Nov 2, 2024 · O princípio da publicidade é um dos pilares do Estado Democrático de Direito, assegurado pela Constituição Federal de 1988, que impõe a transparência como uma diretriz

Adriana Hauber Virmond
22 de agosto de 2025 00:52

o voto impresso é um retrocesso. Agora, vão inutilizar as urnas eletrônicas para fazer mais votos impressos. Trump ainda pensa que Brasil é Colônia norte-americana. Brasil é um País soberano. Quanto mais força tiver o BRICS, mais desvalorização do dólar ocorre. O fato de bloquearem os cartões de Crédito do Ministro Alexandre de Moraes, é um absurdo, graças aos Psicopatas da Família Bolsonaro, que a maioria do Povo Brasileiro, alienado pela Igreja, Católica ou novo Católico, além dos Militares, que ajudaram a afundar este País, acreditam em um bando de oportunistas.

Artur Artur
22 de agosto de 2025 14:53

A verdade é que não Existe voto impresso…esta é a Narrativa…a mentira… existe a materialização do voto….para que seja possivel Auditagem , recontagem, publicidade…etc..etc..
É o Extrato bancario …
É o extrato do teu cartão de credito…
É a Nota Fiscal das tuas compras do Mercado…
Tudo isso, para conferir…para melhorar o processo…para não ter DUVIDA.

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