Quarta-feira, 02 de Dezembro de 2020

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Porto Alegre Após ataque a tiros no Hospital Cristo Redentor, em Porto Alegre, a Brigada Militar reforçou a segurança do local

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Incidente envolveu tentativa de execução de trio baleado em condomínio na Zona Norte. (Foto: Divulgação/BM)

No início da manhã deste sábado (17), a BM (Brigada Militar) reforçou a segurança em áreas internas e externas do Hospital Cristo Redentor, na Zona Norte de Porto Alegre. O objetivo é evitar novos incidentes como o ataque a tiros que destruiu vidros e causou pânico entre pacientes e funcionários em um saguão do setor de emergência da instituição de saúde, na noite anterior.

Integrantes do 11° BPM (Batalhão de Polícia Militar) estão distribuídos na parte externa do hospital, um dos mais movimentados da capital gaúcha. Além disso, brigadianos e agentes à paisana da corporação permanecem nas dependências do edifício.

A medida foi determinada pela corporação depois que um grupo de jovens ainda não identificados efetuou disparos contra pelo menos três pessoas que já haviam sido baleadas e chegavam ao local, no começo da noite de sexta-feira, a fim de receber atendimento médico. Os disparos acabaram atingindo de raspão, sem gravidade, um familiar que acompanhava o trio.

Pelo que se sabe até agora, o incidente envolveu um atentado cometido por motivações ligadas ao tráfico de drogas, em um conflito entre rivais das vilas Nazaré e São Borja. As vítimas dos tiros estavam na frente de um condomínio popular no bairro Sarandi, também na Zona Norte, quando foram alvo de disparos.

Deduzindo que os feridos procurariam o Cristo Redentor, os autores da tentativa de homicídio armaram uma “tocaia”, a fim de concluir o plano de execução, que acabou frustrado pela chegada de uma viatura da BM ao hospital, onde trabalham cerca de 400 pessoas. Os atiradores fugiram e, até a noite deste sábado, ainda não haviam sido identificados ou capturados.

Operação

Poucas horas após o incidente, vilas da Zona Norte e outras áreas conflagradas pelo tráfico de drogas na Zona Norte passaram a ser alvo de uma operação com o apoio de helicóptero. A finalidade era localizar possíveis suspeitos e movimentações atípicas na região, incluindo eventual tentativa de retaliação contra os autores dos disparos.

(Marcello Campos)

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