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Economia Arrecadação federal tem alta real de 24,49% no primeiro semestre, recorde da série histórica

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No primeiro semestre deste ano, a arrecadação federal somou R$ 881,996 bilhões

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Autor se dirigia à agência para fazer depósito quando foi abordado. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais teve aumento real (descontada a inflação) de 24,49% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2020. A alta é recorde para a série histórica, iniciada em 1995.

No primeiro semestre deste ano, a arrecadação federal somou R$ 881,996 bilhões. Considerando só o mês de junho, a arrecadação foi de R$ 137,169 bilhões. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve aumento real de 46,77%.

A arrecadação de junho é a segunda maior da série histórica para o período. Só perde para junho de 2011, quando as receitas federais somaram R$ 143,8 bilhões, em valor atualizado pela inflação.

A Receita Federal atribuiu a alta da arrecadação nos últimos meses ao crescimento da economia brasileira, que tem sido pouco afetada pela segunda onda da Covid-19.

No ano passado, a primeira onda da pandemia foi marcada por medidas de restrições da atividade econômica para tentar conter a disseminação do coronavírus, o que levou à queda da arrecadação no primeiro semestre de 2020.

Além disso, em 2020, o governo adiou o pagamento de tributos como PIS, Pasep e Cofins e a arrecadação previdenciária, o que baixou a arrecadação. Neste ano, o pagamento dos impostos das empresas optantes do Simples Nacional foi novamente postergado, mas, segundo a Receita Federal, houve menor adesão das empresas em relação ao ano passado.

Também contribuiu para o aumento da arrecadação no primeiro semestre deste ano “fatores não recorrentes”, como recolhimentos extraordinários de aproximadamente R$ 20 bilhões de IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social Sobre Lucro Líquido) de janeiro a junho de 2021. No primeiro semestre do ano passado, essas receitas atípicas somaram apenas R$ 2,8 bilhões.

Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, todos os sinais que estão vindo da Receita Federal são “sintoma clássico de vigorosa retomada do crescimento econômico”.

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2 Comentários
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Lecino Ferreira Silva
22 de julho de 2021 08:51

Eu sempre acreditei e por isso volto a falar:
– #bolsonarotemrazao
– #fechadocombolsonaro
– #pauloguedesehomelhor

Luiz C. Ferrari
22 de julho de 2021 18:20

Desculpem senhores, mas cresceu a arrecadação não graças ao crescimento da economia, mas graças aos impostos cobrados dos super aumentos dos produtos tipo gasolina, diesel, óleo de soja, arroz…etc, e principalmente da grande quantidade de brasileiros que passaram a pagar imposto de renda em virtude de uma tabela congelada.
Esse crescimento se dá as custas de um povo que está literalmente empobrecendo.
Pelo visto só o Guedes vê isso.

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