Quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 3 de fevereiro de 2025
Bolsonaristas reagem à "guerra dos bonés" com slogan "Comida barata novamente".
Foto: ReproduçãoNos últimos dias, a política brasileira ganhou um novo episódio pitoresco: a “batalha dos bonés”. Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) organizaram uma reação ao governo nessa segunda-feira (3), com parlamentares utilizando um boné com a inscrição “Comida barata novamente: Bolsonaro 2026″, durante sessão no Congresso Nacional. No sábado (1º), durante a eleição dos presidentes do Senado e Câmara dos Deputados, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, havia distribuído bonés azuis com a frase “O Brasil é dos brasileiros”.
Parlamentares também levaram pedaços de picanha com o adesivo de Bolsonaro e um pacote de café que parodia uma marca, ostentando a frase “nem picanha, nem café”.
Deputados exibiram os bonés e ergueram a carne enquanto provocavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ideia de usar o apetrecho partiu da liderança do PL na Câmara dos Deputados, comandada por Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). “Lula cadê você / o povo brasileiro precisa comer”, cantaram os congressistas, logo no início da sessão.
O gesto foi alvo de reprimenda do novo presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP). “Por gentileza peço a cordialidade de todos os deputados e deputadas neste dia muito importante da democracia brasileira e a história do Parlamento brasileiro”, disse.
No caso do ministro das Relações Institucionais, a frase “O Brasil é dos brasileiros” foi idealizada pelo titular da pasta da Comunicação, Sidônio Palmeira, como uma reação aos bonés vermelhos com a inscrição “Make America Great Again” (em inglês “faça os Estados Unidos grande novamente”), lema da campanha do presidente norte-americano, Donald Trump, aliado de Bolsonaro.
“A ideia do boné quem me pediu foi um pessoal da periferia da zona Sul de São Paulo, do Parque Arariba. Aí tive a ideia de comprar esse boné para os ministros que viessem votar. Comprei os bonés e pedi para o Sidônio me dizer qual frase ele achava melhor”, explicou Padilha.
“Legislativo forte”
Em sua fala Alcolumbre disse que: “um legislativo forte é indispensável à liberdade democrática, com fiscalização do uso de recursos públicos. É um espaço de negociação e mediação social. Para isto, precisamos trabalhar de forma responsável. Uma oposição consciente é necessária e bem vinda na nossa democracia. Vamos reencontrar a cordialidade, o respeito mútuo e o diálogo. Precisamos voltar a ouvir antes de falar e falar sem agredir. O bem-estar dos brasileiros deve estar acima das nossas conveniências políticas e eleitorais”, completou.
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Você é um coitado, me diga onde a esquerda produziu vida boa aos patriótas? Cite um país.
E pensar que o Bolsonaro apoiou essa gente, mais um que deu uma rasteira no povo.
Isso é uma festa custeada pelos pagadores de impostos.
Os golpistas não aprendem mesmo. Senado é câmara comandados pela direita e eles descontentes. Essa gente não tem noção do ridículo…quaquaquaqua
Neste caso, de um lado os ibecis e de outro os idiotas.
Os comentários são de pessoas menos qualificadas, elas acham que Karl Marx era um grande economista, um visionário, mas em verdade não passou de um de vagabundo que deixou morrer três filhos por falta de comida, tão bom ele era.
Isto posto, quem falar mal da administração do Bolsonaro é um cego.
Agora alem de roubar o povo ainda estão fazendo chacota.
Bolsonaristas sentem o golpe do boné e fazem circo na Câmara.
Início do ano legislativo é marcado por campanha de extremistas por “Bolsonaro 2026”, apesar da inelegibilidade do ex-presidente e prisão iminente