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Mundo Bélgica prende nove em nova operação, e Rússia ataca a Síria

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Ações na capital se concentraram no bairro de Molenbeek, considerado um reduto do extremismo islâmico na Europa. (Foto: Michel Spingler/AP)

A polícia belga deteve nove pessoas nessa quinta-feira em diferentes operações na região de Bruxelas, como parte das investigações sobre os atentados de Paris. Seis dias após os ataques – e as muitas críticas à Bélgica, principalmente da imprensa francesa, por ter deixado uma célula jihadista fomentar os atentados a partir de Bruxelas –, a polícia belga lançou uma nova série de operações na capital, que se concentraram no bairro de Molenbeek, considerado um reduto do extremismo islâmico na Europa.
A procuradoria belga afirma que uma das investigações começou antes dos atentados em Paris. “Era um caso que já existia, aberto quando Bilal Hadfi partiu para a Síria”, ressaltou um porta-voz da procuradoria, Eric Van Der Sypt. Bilal Hadfi, de nacionalidade francesa, mas que residia na Bélgica, se suicidou detonando um colete de explosivos nos arredores do Stade de France em um dos ataques em Paris. Dois outros suspeitos, Mohammed Amri e Hamza Attou, foram indiciados por atentado terrorista e participação em atividades de um grupo terrorista. Eles são suspeitos de serem cúmplices de Salah Abdeslam, que está foragido, irmão de um dos suicidas.

Já a Rússia começou na quarta-feira a realizar ataques aéreos na Síria tendo como alvo o grupo Estado Islâmico. Segundo o Ministério da Defesa russo, foram feitos cerca de 20 ataques a alvos como equipamentos militares e comunicações e depósitos.

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