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Celebridades Beyoncé proíbe fotos de sua apresentação em memorial a Kobe Bryant, em Los Angeles

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A celebração iniciou com uma apresentação de Beyoncé cantando "Xo" e "Halo"

Foto: Reprodução
Cantora contou que Beyoncé (foto) e o marido a procurou em março de 2018, pedindo que ela fornecesse alguns dançarinos para um vídeo. (Foto: Reprodução)

Fotógrafos foram proibidos de registrar imagens da cantora Beyoncé, 38, durante a sua apresentação em homenagem a Kobe Bryant.

Cerca de 20 mil pessoas compareceram ao Staples Center, ginásio do Los Angeles Lakers, nesta segunda-feira (24), para acompanhar o memorial em homenagem ao jogador Kobe Bryant e à filha dele, Gianna. Os dois morreram na queda de um helicóptero na Califórnia, Estados Unidos, em 26 de janeiro.

A celebração iniciou com uma apresentação de Beyoncé cantando “Xo” e “Halo”. A administração do Staples Center divulgou um comunicado antecipado para garantir que nenhuma imagem dela fosse feita.

“É uma ofensa à família de Kobe e para os fãs dela. Beyoncé está controlando demais a sua imagem. Ela só tem liberado a publicação de fotos que sejam aprovadas antes, então nenhum fotógrafo foi autorizado a fazer fotos dela durante o memorial. Sério? É um memorial. Nem a família de Michael Jackson fez isso”, reclamou um dos organizadores do evento ao site americano Page Six.

O empresário de Beyoncé já tinha pedido a alguns veículos de mídia que removessem fotos “pouco lisonjeiras” da cantora.

Processo

Vanessa Bryant assegura que vai avançar com um processo contra a empresa do helicóptero onde o seu marido e a filha Gianna Maria perderam a vida, no acidente acorrido no dia 26 de janeiro.

Diz o site ‘TMZ’ que a mulher do antigo craque da NBA defende que a aeronave não devia ter sido autorizada a voar, tendo em conta a falta de condições em Calabasas, na Califórnia, com nevoeiro baixo e denso. Nas conversas antes do fatídico acidente, o piloto tinha relatado que não tinha a visibilidade necessária para voar. Apesar dos avisos, a empresa ‘Island Express’, deu autorização para que o voo se realizasse. A aeronave seguia a mais de 300 quilómetros por hora quando caiu.

No processo apresentado contra a ‘Island Express’, Vanessa Bryant alega que o piloto já tinha violado os regulamentos de visibilidade em 2015. Além disso, a aeronave não tinha um sistema de alarme recomendado, que alerta os pilotos em terrenos montanhosos e com mau tempo. Este dispositivo não é obrigatório.

 

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