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Cláudio Humberto Brasil já vacinou quase 40% da população adulta

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Mais de trezentas unidades de saúde, 64% do total, interromperam a aplicação por falta de vacina nesta segunda-feira. (Foto: Alex Rocha/PMPA)

O País ultrapassou esta semana a marca de 62 milhões de brasileiros que receberam ao menos uma dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 38,8% de toda a população adulta, que são cerca de 160 milhões, segundo a projeção do Ministério da Saúde. Na conta total, foram aplicadas mais de 86,3 milhões de doses em todo o Brasil e 24,3 milhões de pessoas estão completamente imunizadas, com duas doses.

Recorde absoluto
O Brasil atingiu a impressionante marca de 2,23 milhões de doses aplicadas em apenas 24 horas, na quinta-feira (17).

Média milionária
A semana encerrou com o país aplicando mais de um milhão de vacinas por dia, nos últimos sete dias. E a tendência é aumentar.

Fim do ano é meta
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou que a meta do governo é vacinar todos os adultos brasileiros até dezembro.

Prioridades
Todo o grupo prioritário da vacinação teve a vacinação iniciada. Alguns municípios até já abriram vacinação para todos com mais de 18 anos.

Sem covid, Brasil teria primeira redução de mortes
Em 2020, o número de registros de óbitos no Brasil, excluindo aqueles na conta da Covid-19, caiu em relação ao ano anterior pela primeira vez desde o início da série histórica do Portal de Registro Civil, dos cartórios. Foram 1.262.135 certidões de óbito emitidas pelos cartórios brasileiros, excluindo as mortes por covid, contra 1.270.106 de 2019. De acordo com dados do portal, a covid respondeu por 13,6% de todas as mortes do país no ano passado. Este ano mortes por covid já são 34,6% do total.

É preciso saber a razão
Os dados dão margem para duas possibilidades: uma melhoria na saúde que resultou em menos mortes ou inconsistência nos números da covid.

Tendência clara
Desde 2015, quando foram 907.727 óbitos, o número subiu a 1.032.418 (2016), 1.075.450 (2017), 1.202.093 (2018) e 1.270.106 (2019).

Dados do CDC
Nos EUA, apenas 5% das mortes tiveram como única causa a covid e alguns estados passaram a citar mortes “por” covid e mortes “com” covid.

Assim não dá
A juíza aposentada Denise Frossard perdeu a paciência com o que tem visto na CPI da Pandemia: “Oposição política é o exercício do contraditório pela minoria. O que tenho visto é apenas esculhambação!”

Abuso de poder
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi punido, passando a investigado, porque segundo fundamentação “jurídica” apresentada pelo relator, “teve atuação pífia em seu primeiro depoimento”.

Hora é de trabalho
O Brasil precisa que o ministro da Saúde, no cargo há pouco mais de dois meses, esteja 100% focado na vacinação dos brasileiros. E não que sirva de “boneco de Judas” nas mãos de políticos oportunistas.

Vacina é negócio
A Pfizer faturou US$14,6 bilhões (R$ 74,3 bilhões) no primeiro trimestre de 2021, 45% mais que no mesmo período de 2020. Suas rentáveis vacinas passaram de 3º produto mais vendido para o 1º, com folga.

Mandou bem
Apesar da orientação contrária do líder tucano no Senado, Izalci Lucas (DF), Roberto Rocha (MA) foi o único senador do PSDB a votar a favor da medida provisória da privatização da Eletrobras.

Respeito à vida
O mundo ultrapassa neste sábado a marca de 163 milhões de pessoas que contraíram Covid e se curaram. Há ainda 11,6 milhões de pessoas que estão atualmente infectadas, 0,7% (82,5 mil) delas em estado crítico.

Racismo costarriquenho?
A agência de notícias Reuters informou que as autoridades da Costa Rica rejeitaram vacinas da Sinovac Biotech, a Coronavac. Após analisar estudos clínicos, concluíram que a vacina chinesa não é eficaz suficiente.

Mentira na rede
Agência de notícia estatal dos EUA, a NPR “informou” que a “principal estratégia do Brasil contra a Covid é coquetel de drogas não eficazes”. A estratégia do Brasil é a vacina: já são 86,5 milhões de doses aplicadas.

Pensando bem…
…quem não pergunta tem o que relatar?

PODER SEM PUDOR
O fígado sofredor
O esporte favorito de Miguelzão, figura popular em Campina Grande (PB), era chamar de “beberrão” um conterrâneo ilustre, nos papos do calçadão da avenida principal, naquele ano de 1990: o grande poeta, gente boa e candidato a governador Ronaldo Cunha Lima. Eleito, Cunha Lima resolveu fazer as pazes com Miguelzão. Uma testemunha ponderou: “Ronaldo não guarda nenhum rancor, reconheça que ele tem bom coração!” Miguelzão, um gozador, respondeu: “É, o coração dele é bom, mas o fígado não presta…”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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