Terça-feira, 26 de Janeiro de 2021

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Brasil O Brasil se aproxima de 175 mil mortos por coronavírus. Os casos da doença somam quase 6 milhões e 500 mil desde o início da pandemia

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Desde o início da pandemia, o número de contaminados soma 6,4 milhões.

Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Governo de SC
Desde o início da pandemia, o número Com um olhar minimamente otimista, podemos perceber as conquistas desse novo tempo. (Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Governo de SC)

Nas últimas 24 horas, foram registrados, no Brasil, 49.863 novos casos de covid-19 e 698 mortes em consequência da doença. Os dados estão na atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde (MS) nesta quarta-feira (2).

Com as novas mortes notificadas pelas autoridades de saúde, o total de vidas perdidas para a pandemia de covid-19 chegou a 174.515. Na terça (1º), o sistema do Ministério da Saúde trazia 173.817 óbitos. Ainda há 2.164 falecimentos em investigação.

Desde o início da pandemia, em março deste ano, o número de pessoas infectadas pelo coronavírus atingiu 6.436.650. Na terça, o painel do MS marcava 6.386.787 casos acumulados.

Ainda conforme a atualização do órgão, há 563.782 pacientes em acompanhamento. Outras 5.698.353 pessoas já se recuperaram da doença.

Estados

São Paulo (42.456) tem o maior número de mortes registradas até esta quarta e é seguido por Rio de Janeiro (22.764), Minas Gerais (10.121), Ceará (9.640) e Pernambuco (9.082). As unidades da federação com menos óbitos pela doença são Acre (727), Roraima (734), Amapá (814), Tocantins (1.170) e Rondônia (1.579).

Vacina de excelência

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta quarta que o ministério busca uma vacina segura, eficiente e de excelência contra o coronavírus. Ele também reafirmou que, no que depender do governo, a população não será obrigada a se imunizar contra o vírus que causa a covid-19.

“Até o momento – e isso é a posição do ministério, falo pelo ministério, falo também em consonância com o presidente da República –, a nossa estratégia será a de não obrigatoriedade da vacina. Trabalhar com campanhas de conscientização, trabalhar com disponibilidade em todas as pontas e trabalhar pelo padrão da vacina: uma vacina campeã, uma vacina com resultados, sem [efeitos] colaterais. Só passará por nós a vacina com essa excelência. Quero deixar isso claro: a vacina terá que ter excelência, e [haverá] uma grande campanha de conscientização. Com isso, nós vamos ter uma procura muito grande, e não uma obrigatoriedade”, disse o ministro, durante audiência pública na comissão mista do Congresso que acompanha as ações do governo no combate à covid-19.

Ainda segundo Eduardo Pazuello, o MS aguarda a posição do Supremo Tribunal Federal sobre a questão. “O STF vai fazer o julgamento da obrigatoriedade. Isso também faz parte do nosso País, dos nossos Poderes. Nós vamos nos defender e apresentar nossas ideias, e os juízes vão definir”, disse.

Em 2021, Pazuello disse aos parlamentares que haverá um cenário “mais interessante”, com vacinas previstas no mundo inteiro: “Estamos trabalhando para que o Brasil conte com as melhores vacinas disponíveis e possa imunizar, e bem, a nossa população.”

Sobre o registro desses imunizantes para a covid-19, o ministro da Saúde disse que os técnicos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estão voltados e prontos para tratar o assunto de forma célere e direta, com mudanças de protocolos, recebimentos de documentação com submissão contínua e imediata de cada processo.

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