Quarta-feira, 27 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Colunistas Câmara dos Deputados debate a Lei dos Migrantes em Porto Alegre

Compartilhe esta notícia:

Orlando Silva (PCdoB), relator da matéria. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Flávio Pereira

A presença forte de migrantes, mudando a paisagem e a economia de dezenas de cidades gaúchas, trouxe um debate importante para o Estado. Na próxima sexta-feira, a Comissão Especial da Câmara Federal que analisa o Projeto de Lei 2516/2015 (Lei do Migrante) promove encontro em Porto Alegre para debater alterações no texto com imigrantes da Região Sul. Estarão presentes os deputados federais Bruna Furlan (PSDB/SP), presidente do colegiado; Orlando Silva (PCdoB), relator da matéria; e Carlos Gomes (PRB/RS), que propôs a reunião. Gomes disse ontem que “atualmente, mais de 13.800 pessoas compõem essa população no Estado, formada em sua maioria por haitianos, senegaleses e ganeses. É preciso oferecer às pessoas que escolheram o Brasil a garantia de direitos humanos básicos como acesso à saúde, segurança e educação”.

Legislativo reage à suspensão do deputado

Ainda recuperando-se da traumática decisão que cassou o mandato de um deputado – Diógenes Basegio, do PDT –, o Legislativo gaúcho resolveu reagir com um recurso à decisão liminar da Justiça que suspendeu por seis meses o mandato do deputado Mário Jardel, investigado sob acusação de vários crimes e irregularidades de ordem administrativa. Prevaleceu na reunião de ontem do presidente do Legislativo, deputado Edson Brum (PMDB), com os líderes de bancadas, a posição de que em relação aos mandatos dos deputados, a autonomia é da casa.

Governo cria subsidiárias do Banrisul de olho na venda de ações

O governo do Estado conseguiu avançar ontem no plano de gerar até R$ 4 bilhões com a venda futura de participação em duas novas subsidiárias do Banrisul, recém-criadas. Trata-se da Banrisul Cartões e a Banrisul Seguros aprovadas ontem por 47 votos a 2. Os dois produtos, com boa visibilidade no mercado, poderão gerar receita para o Estado, controlador do banco e das subsidiárias. O fato curioso é que os dois votos contrários uniram deputados completamente opostos nos pontos de vista: Pedro Ruas, do Psol, e Marcel Van Hattem, do PP.

Sem datas para votar

A dificuldade em colocar na pauta a Lei de Responsabilidade Fiscal, que restringe gastos dos governos e proíbe, por exemplo, a concessão de reajustes sem a indicação da respectiva receita, ficará para o próximo ano, ou para uma convocação extraordinária. Neste caso, o governador José Ivo Sartori precisará convocar o Legislativo entre 28 e 30 de dezembro para votar este projeto. Graças a uma mudança no regimento interno do Legislativo, as convocações extraordinárias não geram despesa adicional.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Colunistas

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Paris é uma festa
NO CENÁRIO DE INSEGURANÇA
Pode te interessar