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Economia China taxará em 55% importação de carne bovina que exceder cota anual; Brasil é o maior fornecedor

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Segundo o Ministério do Comércio da China, a cota total de importação para 2026 será de 2,7 milhões de toneladas

Foto: Freepik
Prognóstico para a safra aponta produção de 335,7 milhões de toneladas em 2026, queda de 3,0% em relação a 2025. (Foto: Freepik)

O governo da China decidiu limitar a importação de carne bovina para proteger os produtores locais. O país anunciou nesta quarta-feira (31) a criação de cotas anuais para empresas comprarem o alimento de nações estrangeiras, como o Brasil.

Haverá ainda uma tarifa de 55% sobre as importações que excederem esses limites. As medidas começam a valer nesta quinta-feira (1º) e têm duração de três anos.

Segundo o Ministério do Comércio da China, a cota total de importação para 2026 será de 2,7 milhões de toneladas. Esse limite vai aumentar ano a ano.

É um número próximo ao recorde de 2,87 milhões de toneladas compradas pela China em 2024, mas abaixo do volume importado nos primeiros 11 meses de 2025 de alguns países, incluindo os principais fornecedores, como Brasil e Austrália.

Na divisão por países, o Brasil terá a maior cota: mais de 1 milhão de toneladas por ano. “O aumento na quantidade de carne bovina importada prejudicou seriamente a indústria nacional da China”, afirmou o governo chinês ao anunciar a medida.

O ministro da Agricultura brasileiro, Carlos Fávaro, minimizou o anúncio. Fávaro disse que a decisão chinesa, de um modo geral, “não é algo tão preocupante”. Isso porque, segundo ele, o Brasil trabalhou, nos últimos anos, pela ampliação dos mercados internacionais para o produto.

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