Domingo, 14 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 6 de março de 2016
Os cinco anos do terremoto seguido de tsunâmi que atingiu o Japão na tarde de 11 de março de 2011foi tema de eventos em cidades da costa nipônica, neste domingo. Em Kesenuma, moradores depositaram flores e dedicaram um minuto de silêncio aos atingidos pela tragédia. Já em Rikuzentakata, familiares se reuniram em um memorial às vítimas. Também houve celebrações na ilha de Honshu, a mais povoada do país e que registrou 18 mil perdas humanas relacionadas ao incidente.
Com o seu epicentro situado a cerca de 130 quilômetros do litoral do arquipélago, o sismo de 2011 provocou ondas de mais de 10 metros de altura, que atingiram o Japão e diversos outros países, com danos humanos e materiais.
Somente em território nipônico foram 13 mil mortos e 16 mil desaparecidos, além de danos materiais de grandes proporções. Rodovias e ferrovias foram destruídas, barragens romperam, 4,4 milhões de habitantes ficaram sem energia elétrica e 1,4 milhão sem água. Em Fukushima, a explosão de um reator da usina nuclear local levou à evacuação de áreas próximas, devido aos riscos da contaminação radioativa.
Na ocasião, especialistas estimaram a magnitude do abalo em 8,9 pontos na escala Richter (de um a dez), o que representa o mais forte sismo na história do Japão, localizado em área tradicionalmente atingida por esse tipo de acidente natural. Foi, também, um dos cinco maiores terremotos já registrados em todo o planeta desde que passaram a ser utilizados os modernos mecanismos para esse tipo de cálculo.
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