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Cláudio Humberto Ciro na Casa Civil é para “azeitar” relação com Senado

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Ciro Nogueira é articulador político hábil, sem atrito com senadores. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Confiando a chefia da Casa Civil ao senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, Jair Bolsonaro finalmente toma a iniciativa, com certo atraso, de melhorar o relacionamento do seu governo com o Senado. Essa articulação estava pendente desde quando o presidente da República se acertou com esse grupo político na Câmara, por intermédio do seu atual presidente, deputado Arthur Lira (PP-AL).

Relações azeitadas

Ciro Nogueira é articulador político hábil, sem atrito com senadores, daí a aposta do presidente para melhorar as relações com o Senado.

Sob nova direção

Desde os tempos de Braga Netto, o chefe da Casa Civil é uma espécie de “primeiro-ministro”, gerentão, que coordena as ações do governo.

Problema à vista

O ministro da Casa Civil deve priorizar a articulação política, mas isso poderá esvaziar atribuições da ministra Flávia Arruda (Governo).

Apoio às reformas

Ninguém deve duvidar: as mudanças no governo com Ciro na Casa Civil objetivam as eleições de 2022, lembra o cientista político Paulo Kramer.

Desmorona a versão de Joice sobre agressão

O exame das 16 câmeras e os seguranças do prédio onde a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) mora, em Brasília, desmentem sua versão de que o apartamento teria sido invadido por agressores que a deixaram com cinco fraturas no rosto, cortes e dois dentes a menos. Nenhum estranho saiu ou entrou no apartamento nos dias em que a agressão se deu. Nem a deputada saiu para exames, como afirmou, em um hospital.

Das duas, uma

Restam duas linhas: a deputada foi vítima de violência doméstica ou se lesionou para ganhar manchetes ou por razões de natureza psicológica.

A cena do crime

O delegado Miguel Lucena, do DF, deu sua opinião profissional a esta coluna, sábado (24): a investigação deveria começar dentro da casa.

Há gente assim

Lucena lembrou ontem da investigação que fez em 2015, na 3ª DP do DF, de um homem que até deu tiro no próprio pé, simulando “atentados”.

Agora vai

Agora que a Polícia Civil do DF entrou no caso Joice Hasselmann, o jogo mudará em definitivo, ainda que seus peritos tenham sido acionados dez dias depois, com a cena do crime “contaminada” ou desfeita.

Ele não sabe

Bolsonnaro voltou a elogiar o BNDES ontem, mostrando que não leu o relatório da Secretaria de Coordenação e Governança das Estatais (Sest), do Ministério da Economia, mostrando privilégios milionários, até criminosos, que transformam o próprio banco na famosa “caixa preta”.

Posando de ‘vítima’

A embaixada de Cuba em Paris diz ter sido atacada por “coquetéis molotov” lançados por “terroristas”. Vai ver, os autores do “atentado” foram os mesmo que invadiram o apartamento de Joice Hasselmann…

Limites ao Congresso

A ministra Rosa Weber (STF) cobra motivos do aumento do fundão eleitoral. “Congresso não pode usar dinheiro público como quer”, disse Magno Karl, diretor do Livres, autor da ação em tramitação no STF.

Simas em casa

O embaixador do Brasil em Lisboa, Carlos Alberto Simas Magalhães,
recebeu alta e já está em residência, no Restelo. Ele enfrenta problemas de saúde desde janeiro, após uma visita a Maputo, em Moçambique.

Mandou bem

O potiguar Ítalo Ferreira vendia peixes e começou a surfar com uma tampa de isopor. Perseguiu o seu sonho, foi campeão mundial e hoje é o primeiro surfista medalha de ouro da história dos jogos olímpicos.

Oba-oba prejudica

Ainda bem que a maranhense Rayssa Leal, 13, já fez história como prata do skate. Mas ela precisa ser protegida da mídia oba-oba. Promessas de medalha que viraram celebridades fracassaram em Jogos Olímpicos.

Igualdade na guerra

Comissão do Senado dos Estados Unidos aprovou, há dias, projeto que obriga mulheres ao alistamento militar. Assim como os homens, elas não serão obrigadas a servir, apenas a compor uma reserva nacional.

Pensando bem

… sorte mesmo tem Joe Biden, que não é culpado pelos incêndios que devastam a Califórnia. Lá, claro, as causas são sempre naturais.

PODER SEM PUDOR

Confusão montoriana
O falecido ex-governador paulista Franco Montoro trocava nomes e pessoas, mas tentava acertar. Até fazia associações. Por isso, sempre chamava o então deputado Flávio Bierrenbach de “Bierrenbrahms”. Associava o sobrenome do atual ministro do Superior Tribunal Militar com um certo compositor de Hamburgo (Alemanha), mas novamente trocava Johann Sebastian Bach, nascido em 1685, por Johannes Brahms, de 1833.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Jorge Schröder
28 de julho de 2021 11:51

Ciro no governo incomoda mais a oposição do que os apoiadores de Bolsonaro… Uma aproximação com o centro retira o rotulo do mesmo de extremista de direita !!!! Está indo em direção ao grande centro, isto se chama governabilidade, desmontando uma retórica da oposição.

Jose Lovatto
28 de julho de 2021 12:30

Com Congresso, Senado, STF e apoio da grande mídia contra este governo, infelizmente para ter governabilidade, não restou outra alternativa que já vem tarde, como bem diz o colunista.

Salus Miranda
28 de julho de 2021 13:23

Essa Ondfina é incrível. Dizer que a facada em Bolsonaro “foi uma falsa facada que nunca existiu” é o máximo que um esquerdista pode dizer.
Todos os médicos, enfermeiros, dirigentes do hospital, reporteres e testemunhas oculares, estavam préviamente macomunados com Jair e principálmente quem deu a “falsa facada”. ´É o cumulo da loucura ideológica que uma esquerdista pode ter.
Essa pessoa não vive nesse mundo, vive num mundo de fantasias esquerdistas.
Mas felizmente ela não circula no meio político, senão seria um horror aguenta-la.
Mas também, por outro lado, é divertido ler seus devaneios organizados.

Marcelo Pires
28 de julho de 2021 13:50

Brasil acima de todos. CENTRÃO acima de tudo!!!

Denise Goulart de Munhós
29 de julho de 2021 00:06

O governo no Brasil é exercido pelo presidente da República juntamente com mais dois poderes, então o presidente Bolsonaro precisa manter boas relações com todos e também ter um articulador político para garantir que reformas importantes sejam aprovadas pelo Congresso Nacional, como a tributária e a administrativa e também é mister que o voto impresso juntamente com a urna eletrônica seja implantado para as eleições de 2022.

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