Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 29 de dezembro de 2015
Em 15 de março, quando mais de 500 mil pessoas foram às ruas de todo o País para pedir o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, Rosane Malta – a ex-primeira-dama Rosane Collor – colocou seus óculos escuros, vestiu uma calça verde e uma camiseta amarela estampada com a frase “Fora, Dilma: impeachment já!” e saiu às ruas de Maceió (AL).
“Por muito menos o meu ex-marido saiu da Presidência”, disse ela. Há 23 anos, em 29 de dezembro de 1992, o então presidente Fernando Collor de Mello renunciava ao cargo. “Não estou tirando a culpa de ninguém, nem dizendo que ele era inocente ou culpado. Mas as leis têm que funcionar para qualquer pessoa, independentemente de quem seja. Da mesma forma que o ex-presidente Fernando Collor foi julgado, sofreu o processo de impeachment e acabou renunciando, acredito que a Dilma tem que passar por todo esse processo”, alegou Rosane.
Ela acusa a presidenta de prometer “diversas coisas para ser reeleita” e diz que o “o brasileiro cometeu um erro ao acreditar nesse partido [o PT], dando oito anos de mandato ao Lula e mais oito a Dilma”. “O povo tem o direito de errar e também tem o direito de reivindicar por um País melhor”, completou.
“O povo brasileiro a elegeu e depois viu que, realmente, o mandato não está de acordo com as promessas que ela tinha feito durante a campanha, creio que tem que haver o impeachment, sim”, declarou. (Folhapress)
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