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Política Comissão do Senado aprova Jorge Messias para o Supremo

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O nome de Messias segue agora para a análise do plenário.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
O nome de Messias segue agora para a análise do plenário. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29), por 16 votos a 11, a indicação de Jorge Messias para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). O atual advogado-geral da União (AGU) passou por sabatina no colegiado que durou cerca de oito horas. O nome de Messias segue agora para a análise do plenário.

Para a aprovação no plenário, serão necessários ao menos 41 votos. Se receber o aval dos senadores, o indicado estará apto a assumir a função de ministro do Supremo e ocupará a vaga deixada com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

Messias foi indicado ao STF pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em novembro do ano passado. Desde então, ele já passou a percorrer os gabinetes dos senadores em busca de vencer a resistência ao seu nome. A indicação, no entanto, só foi formalizada pelo governo em abril. O Executivo segurou o envio para ganhar tempo de articulação de apoio.

Em longa fala inicial, Messias fez acenos ao Congresso, a aliados e ao segmento evangélico. Ele declarou que os seus princípios cristãos o acompanham em sua atuação, mas defendeu a laicidade do Estado. Com um exemplar da Constituição Federal em mãos, Messias disse ser possível interpretar a Carta Magna “com fé e não pela fé”. Segundo ele, “é a laicidade do Estado que assegura a todos o exercício da fé com tranquilidade”.

Sobre a atuação do Supremo, defendeu o aperfeiçoamento da Corte, a separação de poderes e criticou a visão do STF como uma “terceira Casa legislativa”. O sabatinado declarou que a Suprema Corte não pode ser o “Procon da política”.

Para ser aprovado, um indicado ao STF precisa alcançar um patamar mínimo de votos favoráveis. Na CCJ: a votação só começa com a presença de ao menos 14 senadores. O colegiado é composto por 27 membros titulares. Para ser aprovado, Messias precisa do voto favorável da maioria dos presentes.

No plenário: a votação só começa quando o quórum atingir a presença de 41 senadores. Este também é o patamar mínimo que Messias precisa atingir para ter o nome aprovado. O Senado conta com 81 parlamentares. A votação será secreta nas duas etapas. Logo, não é possível saber como cada parlamentar votou, apenas o placar geral do resultado.

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ochoavanderlei@gmail.com
29 de abril de 2026 19:13

Parabéns ao futuro ministro do STF. BRASIL ACIMA DE TUDO E LEIS ACIMA DE TODOS. A direita golpista parece que ainda não entendeu.

Mauro da Fontoura
29 de abril de 2026 18:45

E o Bessias se deu bem? Aspone da Dilma? Agora não precisa mais ser ofice boy levador de papel?

Luis Henrique Silveira da Silva
29 de abril de 2026 18:43

Com 12bi até eu passo para o STF

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