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Economia Confiança do empresário industrial volta a subir no Rio Grande do Sul

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ICEI-RS divulgado pela FIERGS mostra aumento de 1,3 ponto em junho.

Foto: Reprodução

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS), divulgado na terça-feira (28) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), após três meses praticamente estável, subiu 1,3 ponto, para 57,4 em junho, maior patamar desde fevereiro deste ano, quando alcançou 58,1, e alta mais expressiva desde julho de 2021. “O quadro apontado pela pesquisa, sinalizadora de tendências para o setor, mostra a indústria gaúcha ainda enfrentando dificuldades, mas sugere que a atividade deve ganhar força nos próximos meses”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, explicando que os empresários ajustaram os efeitos da fase mais aguda da crise de abastecimento e da incerteza decorrente da guerra na Ucrânia, e se mostram mais confiantes na retomada da economia, bem como na melhora do ambiente de negócios.

O ICEI-RS é composto pelos índices de Condições Atuais e de Expectativas, ambos para a economia brasileira e a própria empresa, e varia de zero a cem pontos. Acima de 50 revelam confiança, que será maior quanto mais se aproximar dos cem. O Índice de Condições Atuais, com 49,9 pontos em junho, recuou 0,5 em relação a maio. Praticamente na faixa dos 50, mostra os empresários percebendo uma estabilidade nas condições atuais dos negócios nos últimos seis meses, resultado de avaliações diferentes dos dois subcomponentes: percepção de piora da economia brasileira, um recuo de 47,8 para 47,6 pontos, e de melhora das condições das empresas, embora também tenha caído, de 51,7 para 51,1 pontos no período. Em junho, 30,5% dos empresários gaúchos notam piora na economia brasileira, e 22,5% veem melhora.

Crescimento das expectativas 

Em função desse resultado na avaliação das condições atuais, o aumento e a presença da confiança, em junho, foram exclusivamente determinados pelas perspectivas para a economia e as empresas. De fato, o Índice de Expectativas para os próximos seis meses cresceu 2,3 pontos, atingindo 61,2, o maior nível do ano. Acima de 50, indica otimismo. Os dois subcomponentes deste índice cresceram. O de Expectativas da Economia Brasileira, 2,5, e o da Empresa, 2,2 pontos, passando, respectivamente, para 57,1 e 63,2 pontos. De maio para junho, o percentual de empresários otimistas com a economia brasileira subiu de 35,2% para 41%, enquanto o de pessimistas caiu de 16,2% para 12%.

A pesquisa foi realizada com 200 empresas, sendo 46 pequenas, 66 médias e 88 grandes, entre 1º e 09 de junho.

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