Quarta-feira, 27 de maio de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Fama & TV Conheça a irlandesa candidata a Miss Universo que trabalha para a Nasa

Compartilhe esta notícia:

Fionnghuala O’Reilly tem 26 anos e é uma das favoritas do concurso. (Foto: Reprodução/Instagram)

Uma das concorrentes ao concurso Miss Universo 2019, marcado para o próximo domingo, dia 8 de dezembro, é a Miss Irlandesa Fionnghuala O’Reilly. No entanto, a celebridade de 26 anos foge aos padrões habituais dos concursos de Miss ao conciliar sua carreira de modelo com seu emprego como cientista da Nasa (agência espacial norte-americana)

De acordo com a revista People, Fionnghuala O’Reilly trabalha no Programa de Inovação da Nasa, sendo a diretora-executiva da Nasa Space Apps Challenge, departamento que recebe projetos de jovens aspirantes a cientistas.

“Eu nunca vi ninguém parecido comigo fazendo um trabalho como o meu, não é algo muito comum”, disse O’Reilly em entrevista à imprensa norte-americana. A modelo contou que quando criança tinha o sonho de se tornar paleontologista mas acabou indo estudar matemática, tecnologia e engenharia na Universidade de George Washington.

Parte do discurso de Fionnghuala O’Reilly como Miss é voltado para a promoção de campanhas que estimulem jovens, principalmente meninas, a investir em carreiras relacionadas a ciência, como ela fez.

Nascida na Irlanda, filha de mãe irlandesa e de pai americano, ela foi criada nos Estados Unidos e diz que chegou a temer não conseguir administrar sua vida como modelo com seus estudos com engenharia que acabaram a levando até a Nasa.

“No começo eu definitivamente tentei manter as duas carreiras separadas. Eu achava que não conseguiria administrar essas duas paixões em conjunto… Mas o mundo está tão diferença hoje. Você pode ter múltiplas paixões”, afirmou.

“Eu sou absolutamente apaixonada por meu trabalho com a Nasa porque é completamente incrível poder trabalhar em algo que é tão maior do que você”, disse em seu depoimento à People.

“Ao mesmo tempo, como Miss Irlanda, eu posso conversar com jovens e compartilhar a minha história e saber que estou fazendo diferença ao me conectar com essa juventude”, afirmou.

Concurso

Em um formato enxuto, com apenas dez dias de confinamento e um cronograma de atividades escasso, a edição deste ano do Miss Universo está dividindo opiniões. A final, que acontece neste domingo (8) em Atlanta (EUA), terá 90 candidatas, entre elas a mineira Júlia Horta, de 25 anos, que representa o Brasil.

No palco, o humorista americano Steve Harvey – aquele do erro do anúncio da vencedora em 2015 –, será o apresentador pela quinta vez consecutiva.

“Vai ser [um concurso] relâmpago. O confinamento é muito curto comparado aos anos anteriores, que tiveram de duas a três semanas. Além disso, as misses quase não estão saindo do hotel, o que é chato pois favorece quem tem ‘peso de faixa’ [melhor classificadas nos últimos anos] e oculta candidatas que poderiam se sobressair com o tempo”, comenta o missólogo Will Pinheiro, idealizador do Blog Mundo Miss Oficial.

De opinião oposta, João Ricardo Camilo Dias, curador do blog Miss Brazil On Board, considera que tais pontos são positivos. “O concurso fica dinâmico e as meninas mais concentradas. Também se torna menos enfadonho para todo o mundo. Resta saber como será o show dentro de um estúdio e sem uma grande plateia. Apesar do cenário ser clean e dinâmico, o que é ideal para desfiles”, diz ele sobre o recém-inaugurado Tyler Perry Studios, que sediará a final.

Ainda assim, ambos concordam que o pano de fundo das críticas são mudanças estruturais dentro do Miss Universo e a luta contra a queda de repercussão nas últimas décadas.

“As misses eleitas não estão conseguindo o engajamento desejado e o evento perde assim propostas e patrocinadores”, analisa Pinheiro. No cenário maximizado, Camilo observa além: “Há rumores de que a empresa que organiza o concurso estaria em processo de reestruturação e pode ter novos proprietários. Então não se sabe como vai ser no ano que vem”, diz.

O Miss Universo é considerado uma das mais importantes competições de beleza do planeta ao lado do Miss Mundo, e chega à sua 68ª edição com um formato desgastado. Desde que o presidente americano Donald Trump vendeu os direitos do concurso em 2014, o certame vem tentando com muito afinco ser “pop” e inclusivo.

Porém, a organização deve ter percebido que é vital para o evento, e também seu maior desafio, mudar a fama jurássica de propagador da objetificação do corpo feminino.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Fama & TV

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Simone, da dupla com Simaria, chorou ao falar de dificuldade para emagrecer
“Quero ser o melhor pai do mundo”, disse Fábio Assunção ao falar sobre a sua luta contra adependência química
Pode te interessar